PROGRAMAÇÃO -CRIAÇÃO 2026
No Alentejo, na estação de caminhos de ferro de Santa-Clara/Sabóia, pensa-se um espaço-tempo fértil, de proximidade, onde a criação artística encontra terreno para germinar e a comunicação se estabelece de forma direta.
Um lugar propício à construção de um futuro, sem pressas, como quem cultiva a terra, lentamente, até que ela dê fruto.
É assim que nasce a Estação das Artes, num território interior, receptivo à oferta cultural e interessado em acolher diferentes expressões artísticas. Um lugar que pretende afirmar-se como pólo nacional e internacional e, ao mesmo tempo, como um espaço íntimo onde artistas e saberes locais se cruzam no concelho de Odemira. Um lugar de criação musical, mas igualmente aberto à poesia, à dança, ao teatro, às artes plásticas, ao cinema, à ecologia, à preservação do património, à culinária…
Atualmente em fase de construção e desenvolvimento ao longo de 2026, com o apoio do Turismo de Portugal e da Câmara Municipal de Odemira, a Estação das Artes pretende afirmar-se, a partir de 2027, como um lugar de criação, apresentação, encontro e participação, aberto à diversidade das práticas artísticas contemporâneas.
A sua programação integrará concertos, dança, teatro, poesia, cinema, multimédia e exposições, sob a orientação de curadores convidados, promovendo o diálogo entre artistas, comunidades, públicos e território. Para além da apresentação pública de espectáculos e projectos artísticos, a Estação das Artes acolherá também residências artísticas, debates, conferências e encontros, reforçando a sua vocação enquanto espaço de pensamento, experimentação, formação e partilha.
Complementando esta dimensão cultural, o espaço contará ainda com um bar de petiscos ,pensado como lugar de convívio, com petiscos preparados no local e especialidades variadas da região; contribuindo para fazer da Estação das Artes um ponto de encontro vivo e acolhedor no território.
A Estação das Artes situa-se num ponto privilegiado para explorar a beleza singular do Alentejo. A partir daqui, abrem-se percursos de descoberta, pelas margens tranquilas da Barragem de Santa Clara e do rio Mira, pelas aldeias e até às praias selvagens e protegidas da Costa Vicentina. Caminhar, andar de bicicleta, observar aves, ou simplesmente deixar-se perder pelas estradas ou por trilhos, tudo pode começar e terminar na Estação das Artes.
