CONTEMPORARY MUSIC



Diogo Alvim: Tłumaczenie (2015)
Miguel Azguime: Le Feu Qui Dort  (2008)
Constança Capdeville Concertino
Fátima Fonte — new Miso Music Portugal commission (2026)
Steve Reich: Different Trains (1988)
Doina RotaruVivarta
Kaija SaariahoTerra Memoria

Ligeti (quarteto de cordas nº2), Elliot Carter (quarteto de cordas nº3), George Crumb (Black Angels), Steve Reich (Different Trains), Sofia Gubaidulina (nº2, 3 e 4), Jonathan Harvey (nº 3 e 4), Wolfgang Rihm (várias opções – escreveu 13 quartetos), Kaija Saariaho (Nymphéa), Georg Friedrich-Haas (várias opções mas poderemos começar pelo nº2), Beat Furrer (nº 3 e 4),

Anton Webern – opus 28 (1938) ± 8 min.

quarteto de Schubert (nº14 ± 40 min. ou nº13 ± 30 min

 Joseph Haydn (pelo menos os quartetos do opus 76), Mozart (K.421, K.458, K.464, K.465), Beethoven (Op.130, 131, 132 e 133), Schubert (o fabuloso nº15, mas também os mais tocados 13 e 14), Mendelssohn (pelo menos o nº6 opus 80, mas se quisermos traçar a história também o nº2 opus 13), Schumann (Op.41 nº1), Brahms (Op.51 nº1).

 

Depois temos à primeira metade do século XX com Schoenberg (nº4), Berg (Suite Lírica), Webern (Op.28), Shostakovich (nº 8), Bartok (nº 4, 5 e 6), Cage (String quartet in four parts), Penderecki (Quartetto per archi n°1), Lutoslawski (String Quartet – 1964), Scelsi (nº3), (e eventualmente mais um ou outro).

 

CLASSICAL MUSIC

Wolfgang Amadeus Mozart, quarteto nº17 K.458 (1784)

Beethoven — Grande Fuga, op. 133

Schubert — Rosamunde, D. 804; Death and the Maiden, D. 810; ou o Quarteto em Sol maior, D. 887 — têm entre 35 e 50 minutos; os de Schumann, op. 41 n.º 1 e n.º 3, têm respectivamente cerca de 26 e 30 minutos; e os de Brahms situam-se, em geral, entre os 30 e os 35 minutos.



Schubert: A Morte e a Donzela.

Borodin: Quarteto nº 2 em Ré Maior

Dvorak: Quarteto Americano

Brahms: Quarteto 1 op.51

Grieg: Quarteto nº 1 em Sol Menor