Ciclo Música Através do Tempo• Miso String Quartet
Ciclo Música Através do Tempo • Miso String Quartet
Programa a anunciar brevemente
Pedro Lopes (1.º violino), César Nogueira (2.º violino), Joana Cipriano (viola) e Luís André Ferreira (violoncelo)
Ciclo Música Através do Tempo • Miso String Quartet
Programa a anunciar brevemente
Pedro Lopes (1.º violino), César Nogueira (2.º violino), Joana Cipriano (viola) e Luís André Ferreira (violoncelo)
Domingo 26 de Abril de 2026 - Igreja da Misericórdia
Sond'Ar-te
Nuno Pinto clarinete, Vítor Vieira violino, Filipe Quaresma violoncelo, João Casimiro Almeida piano
Oliver Messiaen - Quarteto para o Fim do Tempo
I. “Liturgia de cristal”
II. “Vocalise, para o Anjo que anuncia o fim do Tempo”
III. “Abismo dos pássaros”
IV. “Interlúdio”
V. “Louvor à Eternidade de Jesus”
VI. “Dança do furor, para as sete trombetas”
VII. “Turbilhão de arco-íris, para o Anjo que anuncia o fim do Tempo”
VIII. “Louvor à Imortalidade de Jesus”
No concerto “Justiça e Liberdade”, o Quarteto para o Fim do Tempo de Olivier Messiaen - composto e estreado num campo de prisioneiros durante a Segunda Guerra Mundial - surge como um poderoso testemunho de resistência espiritual e liberdade interior. Interpretado pelo extraordinário Sond'Ar-te Electric Ensemble, este momento de escuta na Igreja da Misericórdia de Odemira encerra as celebrações do 25 de Abril com intensidade, memória e esperança.
A estreia realizou-se a 15 de janeiro de 1941, com o próprio Messiaen ao piano, acompanhado pelos seus companheiros de cativeiro Henri Akoka (clarinete), Jean Le Boulaire (violino) e Étienne Pasquier (violoncelo).
Concerto (entrada livre)
A edição-livro “Zeca Afonso – Estudos Musicais para dois Violoncelos” resulta de um trabalho desenvolvido entre 2023 e 2025 por Eva Aguilar, Lluïsa Paredes e Pedro do Carmo, inspirado por uma ideia do violoncelista Paulo Gaio Lima.
A publicação cruza a tradição do violoncelo com a obra de José Afonso, encarando-a como um laboratório de experimentação sobre o ato de interpretar, onde a reflexão surge no próprio encontro com a sua obra. Mais do que uma homenagem, esta edição propõe um instrumento pedagógico e performativo: cada canção é acompanhada por notas de performance, textos e recursos digitais que ampliam a escuta, valorizando dimensões expressivas frequentemente esquecidas quando a música popular é traduzida para o meio erudito.
Entre consciência histórica e prática contemporânea, esta edição aproxima o legado de José Afonso do contexto violoncelístico atual, incluindo nesse processo a herança pedagógica de Paulo Gaio Lima.
Violoncelos de Zeca Afonso
Eva Aguilar
Lluïsa Paredes
Jasmim Mandillo
Pedro do Carmo
Apoios:
República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desposto / Direção-Geral das Artes
Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril
Associação José Afonso
Biblioteca Nacional de Portugal
Antena 2
“Caixa Eléctrica” é um projeto a solo do percussionista João Dias, dedicado primordialmente à difusão da música portuguesa e da música para percussão solo.
Neste contexto, a divulgação da criação para esta extensa família de instrumentos constitui também uma oportunidade para apresentar as diversas práticas, instrumentos e sonoridades que tornam a percussão uma área ímpar. Esta performance é uma reverberação de várias fases e formatos de colaboração artística do trabalho do intérprete.
PROGRAMA
- “Proyector I” (2009) – José Alberto Gomes (Vibrafone e Eletrónica)
-“+Con +Ritf +I” (2016) - Gustavo Costa & Henrique Fernandes (Laptop Acústico)
- “Fragile Ecosystems” (2019) - Carlos Guedes (Bombo e Eletrónica)
- "Wet Neoprene Dream – Igor C. Silva ,( a song for one percussion player and live-electronics)
- “Macondo” (1992) – John Paul Jones (Steel Drum e Eletrónica)
- “ICON I” (1992) - Miguel Azguime (para Dorna e escada madeira)
Percussionista, licenciado e mestre pela ESMAE, na classe de Miquel Bernat, Manuel Campos e Nuno Aroso. Iniciou em 2016 o Doutoramento em Artes Musicais – Prática Instrumental, na FCSH da UNL e ESML, com bolsa de doutoramento da FCT.
É membro do Drumming GP desde 2004, com o qual já estreou dezenas de obras de compositores de várias nacionalidades, gravou oito CDs monográficos dedicados à obra para percussão dos compositores registados, e participou em mais três não assinados pelo grupo. Integrou a European Union Youth Orquestra (2006-2009) onde trabalhou com o maestro e pianista Vladimir Ashkenazy, Rainer Seeguers (Berliner Philharmoniker) e Simon Carrington (London Philharmonic Orchestra).
Em 2016 cria Caixa Elétrica, projeto a solo dedicado à disseminação da música portuguesa para percussão, apresentado em 2018 no Darmstadt Summer Course. Em 2018 consegue apoio do Criatório com o projeto a solo: DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço.
Supernova Ensemble é o seu mais recente projeto, do qual é diretor artístico, juntamente com o compositor José Alberto Gomes, onde desempenha também o papel de intérprete. Supernova é um projeto que incuba no programa de artista em residência da Circular - Associação Cultural, e foi criado para ir ao encontro de uma comunidade internacional dedicada à música inovadora em contextos performativos, de Sound Art e New Media, com grande foco no trabalho de colaboração, e é composto por artistas de formações e orientações diversas. Tem vindo a desenvolver vários outros projetos e colaborações, de salientar o mais recente trabalho que desenvolveu enquanto artista residente do projeto COPRAXIS Ectopia no i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde), onde desenvolveu juntamente com o artista José Alberto Gomes um trabalho de exploração e criação entre arte e ciência, mais especificamente com o grupo Epithelial Polarity & Cell Division do investigador e group leader Eurico Morais de Sá, de onde resultou a obra/ instalação And it keeps going or the never-ending song of life.
É investigador do GIMC-CESEM, onde dedica particular interesse na mediação/ colaboração entre compositor e intérprete na criação de nova música. É membro do Sond'Ar-te Electric Ensemble e colabora com Sonoscopia, Remix Ensemble, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Coro Casa da Música, Orquestra Gulbenkian entre outros. É docente na Universidade de Aveiro e na Universidade do Minho.
LIGAÇÕES EXTERNAS
Drumming – Grupo de Percussão
DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço
Grupo de Investigação em Música Contemporânea (CESEM)
©João Dias
© Rui Pinheiro
Percussionista, licenciado e mestre pela ESMAE, na classe de Miquel Bernat, Manuel Campos e Nuno Aroso. Iniciou em 2016 o Doutoramento em Artes Musicais – Prática Instrumental, na FCSH da UNL e ESML, com bolsa de doutoramento da FCT.
É membro do Drumming GP desde 2004, com o qual já estreou dezenas de obras de compositores de várias nacionalidades, gravou oito CDs monográficos dedicados à obra para percussão dos compositores registados, e participou em mais três não assinados pelo grupo. Integrou a European Union Youth Orquestra (2006-2009) onde trabalhou com o maestro e pianista Vladimir Ashkenazy, Rainer Seeguers (Berliner Philharmoniker) e Simon Carrington (London Philharmonic Orchestra).
Em 2016 cria Caixa Elétrica, projeto a solo dedicado à disseminação da música portuguesa para percussão, apresentado em 2018 no Darmstadt Summer Course. Em 2018 consegue apoio do Criatório com o projeto a solo: DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço.
Supernova Ensemble é o seu mais recente projeto, do qual é diretor artístico, juntamente com o compositor José Alberto Gomes, onde desempenha também o papel de intérprete. Supernova é um projeto que incuba no programa de artista em residência da Circular - Associação Cultural, e foi criado para ir ao encontro de uma comunidade internacional dedicada à música inovadora em contextos performativos, de Sound Art e New Media, com grande foco no trabalho de colaboração, e é composto por artistas de formações e orientações diversas. Tem vindo a desenvolver vários outros projetos e colaborações, de salientar o mais recente trabalho que desenvolveu enquanto artista residente do projeto COPRAXIS Ectopia no i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde), onde desenvolveu juntamente com o artista José Alberto Gomes um trabalho de exploração e criação entre arte e ciência, mais especificamente com o grupo Epithelial Polarity & Cell Division do investigador e group leader Eurico Morais de Sá, de onde resultou a obra/ instalação And it keeps going or the never-ending song of life.
É investigador do GIMC-CESEM, onde dedica particular interesse na mediação/ colaboração entre compositor e intérprete na criação de nova música. É membro do Sond'Ar-te Electric Ensemble e colabora com Sonoscopia, Remix Ensemble, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Coro Casa da Música, Orquestra Gulbenkian entre outros. É docente na Universidade de Aveiro e na Universidade do Minho.
LIGAÇÕES EXTERNAS
Drumming – Grupo de Percussão
DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço
Grupo de Investigação em Música Contemporânea (CESEM)
“Caixa Eléctrica” é um projeto a solo do percussionista João Dias, dedicado primordialmente à difusão da música portuguesa e da música para percussão solo.
Neste contexto, a divulgação da criação para esta extensa família de instrumentos constitui também uma oportunidade para apresentar as diversas práticas, instrumentos e sonoridades que tornam a percussão uma área ímpar. Esta performance é uma reverberação de várias fases e formatos de colaboração artística do trabalho do intérprete.
PROGRAMA
- “Proyector I” (2009) – José Alberto Gomes (Vibrafone e Eletrónica)
-“+Con +Ritf +I” (2016) - Gustavo Costa & Henrique Fernandes (Laptop Acústico)
- “Fragile Ecosystems” (2019) - Carlos Guedes (Bombo e Eletrónica)
- "Wet Neoprene Dream – Igor C. Silva ,( a song for one percussion player and live-electronics)
- “Macondo” (1992) – John Paul Jones (Steel Drum e Eletrónica)
- “ICON I” (1992) - Miguel Azguime (para Dorna e escada madeira)
Percussionista, licenciado e mestre pela ESMAE, na classe de Miquel Bernat, Manuel Campos e Nuno Aroso. Iniciou em 2016 o Doutoramento em Artes Musicais – Prática Instrumental, na FCSH da UNL e ESML, com bolsa de doutoramento da FCT.
É membro do Drumming GP desde 2004, com o qual já estreou dezenas de obras de compositores de várias nacionalidades, gravou oito CDs monográficos dedicados à obra para percussão dos compositores registados, e participou em mais três não assinados pelo grupo. Integrou a European Union Youth Orquestra (2006-2009) onde trabalhou com o maestro e pianista Vladimir Ashkenazy, Rainer Seeguers (Berliner Philharmoniker) e Simon Carrington (London Philharmonic Orchestra).
Em 2016 cria Caixa Elétrica, projeto a solo dedicado à disseminação da música portuguesa para percussão, apresentado em 2018 no Darmstadt Summer Course. Em 2018 consegue apoio do Criatório com o projeto a solo: DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço.
Supernova Ensemble é o seu mais recente projeto, do qual é diretor artístico, juntamente com o compositor José Alberto Gomes, onde desempenha também o papel de intérprete. Supernova é um projeto que incuba no programa de artista em residência da Circular - Associação Cultural, e foi criado para ir ao encontro de uma comunidade internacional dedicada à música inovadora em contextos performativos, de Sound Art e New Media, com grande foco no trabalho de colaboração, e é composto por artistas de formações e orientações diversas. Tem vindo a desenvolver vários outros projetos e colaborações, de salientar o mais recente trabalho que desenvolveu enquanto artista residente do projeto COPRAXIS Ectopia no i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde), onde desenvolveu juntamente com o artista José Alberto Gomes um trabalho de exploração e criação entre arte e ciência, mais especificamente com o grupo Epithelial Polarity & Cell Division do investigador e group leader Eurico Morais de Sá, de onde resultou a obra/ instalação And it keeps going or the never-ending song of life.
É investigador do GIMC-CESEM, onde dedica particular interesse na mediação/ colaboração entre compositor e intérprete na criação de nova música. É membro do Sond'Ar-te Electric Ensemble e colabora com Sonoscopia, Remix Ensemble, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Coro Casa da Música, Orquestra Gulbenkian entre outros. É docente na Universidade de Aveiro e na Universidade do Minho.
LIGAÇÕES EXTERNAS
Drumming – Grupo de Percussão
DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço
Grupo de Investigação em Música Contemporânea (CESEM)
©João Dias
© Rui Pinheiro
Percussionista, licenciado e mestre pela ESMAE, na classe de Miquel Bernat, Manuel Campos e Nuno Aroso. Iniciou em 2016 o Doutoramento em Artes Musicais – Prática Instrumental, na FCSH da UNL e ESML, com bolsa de doutoramento da FCT.
É membro do Drumming GP desde 2004, com o qual já estreou dezenas de obras de compositores de várias nacionalidades, gravou oito CDs monográficos dedicados à obra para percussão dos compositores registados, e participou em mais três não assinados pelo grupo. Integrou a European Union Youth Orquestra (2006-2009) onde trabalhou com o maestro e pianista Vladimir Ashkenazy, Rainer Seeguers (Berliner Philharmoniker) e Simon Carrington (London Philharmonic Orchestra).
Em 2016 cria Caixa Elétrica, projeto a solo dedicado à disseminação da música portuguesa para percussão, apresentado em 2018 no Darmstadt Summer Course. Em 2018 consegue apoio do Criatório com o projeto a solo: DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço.
Supernova Ensemble é o seu mais recente projeto, do qual é diretor artístico, juntamente com o compositor José Alberto Gomes, onde desempenha também o papel de intérprete. Supernova é um projeto que incuba no programa de artista em residência da Circular - Associação Cultural, e foi criado para ir ao encontro de uma comunidade internacional dedicada à música inovadora em contextos performativos, de Sound Art e New Media, com grande foco no trabalho de colaboração, e é composto por artistas de formações e orientações diversas. Tem vindo a desenvolver vários outros projetos e colaborações, de salientar o mais recente trabalho que desenvolveu enquanto artista residente do projeto COPRAXIS Ectopia no i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde), onde desenvolveu juntamente com o artista José Alberto Gomes um trabalho de exploração e criação entre arte e ciência, mais especificamente com o grupo Epithelial Polarity & Cell Division do investigador e group leader Eurico Morais de Sá, de onde resultou a obra/ instalação And it keeps going or the never-ending song of life.
É investigador do GIMC-CESEM, onde dedica particular interesse na mediação/ colaboração entre compositor e intérprete na criação de nova música. É membro do Sond'Ar-te Electric Ensemble e colabora com Sonoscopia, Remix Ensemble, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Coro Casa da Música, Orquestra Gulbenkian entre outros. É docente na Universidade de Aveiro e na Universidade do Minho.
LIGAÇÕES EXTERNAS
Drumming – Grupo de Percussão
DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço
Grupo de Investigação em Música Contemporânea (CESEM)
PROGRAMA
Johann Sebastian Bach Concerto Italiano, BWV 971
Franz Joseph Haydn Andante e Variazioni em fá menor, Hob. XVII:6
Frédéric Chopin Prelúdio em dó sustenido menor, Op.45
Fernando Lopes-Graça Prelúdio, Canção e Dança
Cândido Lima PARÁFRASE-sobre Lettera Amorosa de Claudio Monteverdi
Hugo Ribeiro Étude nº1
Hugo Ribeiro Quero Ensinar-te o Mundo
José Pedro Ribeiro (n.1995) é um dos pianistas Portugueses mais ativos da sua geração.
Dos mais destacados compromissos das últimas temporadas, salientam-se os concertos com a Orquestra Metropolitana de Lisboa (Concerto para Piano de A. Schoenberg - Pedro Neves), Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras (2º Concerto de Bomtempo - J. M. Rodilla), Orquestra Sinfónica da ESML (2º Concerto de Lopes-Graça - José Eduardo Gomes), recital com o Clarinete solo da Orquestra Sinfónica Portuguesa, Joaquim Ribeiro, em transmissão direta para a Antena 2 e recital a solo na Embaixada de Portugal junto da Santa Sé, por ocasião do 10 de Junho.
É também de salientar um concerto difundido pela Antena 2, a partir do Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, interpretando o Concerto para Piano e Instrumentos de Sopro de Igor Stravinsky, com o Maestro Alberto Roque na Direção do Ensemble de Sopros da AFCL; uma tournée pela República Checa onde tocou em Brno, Blansko e Praga, tendo sido calorosamente recebido; e uma performance do Triplo Concerto de Beethoven com o Trio Adamastor (Francisco Henriques no Violino e Pedro Massarrão no Violoncelo) e a Sinfonietta de Lisboa, sob a batuta de Vasco Azevedo, para uma audiência de mais de 50.000 pessoas. Para além do número excecional de espectadores, também a crítica recebeu calorosamente a interpretação, evidenciando a “Qualidade” e dizendo que “satisfizeram todas as espectativas”.
A sua gravação da 3a Sonata de Fernando Lopes-Graça (em recital ao vivo para a Antena 2) tem sido muitíssimo aclamada em Portugal, no Estrangeiro e por muitos artistas respeitados, tais como Friedrich Edelmann, antigo Fagotista principal da Orquestra Filarmónica de Munique “Belíssimo pianismo com um enorme âmbito dinâmico (..) nunca agressivo”.
Depois de ter sido Laureado no Prémio Jovens Músicos em Piano (2019) e em Música de Câmara (2017 - Trio Adamastor), José Ribeiro tem-se apresentado nas mais importantes salas e festivais do país. De referir, entre outros: Fundação Calouste Gulbenkian, Casa da Música, Assembleia da República, Academia das Ciências de Lisboa, Museu do Oriente, Centro Cultural de Cascais, o Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, Festival Música Viva e o Festival do Estoril.
Natural de Vizela, estudou na sua cidade natal com José Manuel Ramos Ferreira, Filipe Pinto e Rogério Rodrigues. Mais tarde, de 2012 a 2015, estudou em Guimarães com Ingrid Sotolářová. Posteriormente, e até 2019, José Pedro Ribeiro, foi aluno da Escola Superior de Música de Lisboa na classe do pianista Miguel Henriques, um discípulo de Gleb Axelrod, do Conservatório de Moscovo.
Presentemente, é aconselhado por Artur Pizarro, herdeiro de uma linhagem musical verdadeiramente excecional que ascende a Liszt e Bülow.
CIUL Coro Juvenil da Universidade de Lisboa
Erica Mandillo direcção
João Lucena e Vale piano
18h30 Igreja Paroquial de São Luís
- Quatre Prières de Saint François d‘ Assise. F. Poulenc
. Salut Dame Sainte
. Tout Puissant
. Seigneur je vous en prie
. Ô mes très chers frères
- Canção. J. Camacho
Ai Por cima se ceifa o pão. F. Lopes Graça
O Milho da nossa terra F. Lopes Graça
Venham mais cinco. Arr. Eurico Carrapatoso ( Zeca Afonso)
Olhˋ ó Rojão. F. Lopes Graça
O Ladrão do Negro Melro. F. Lopes Graça
- La Passeggiata. G Rossini
- Alles hat Zeine Zeit. J. Haydn
- Madrigal. G. Fauré
- Cantique de Jean Racine. G. Fauré
- La mer. C. Trenet Arr. Anais de la Morandais
- Tha Thin Tha. Lisa Young
- Prende La vela. A. Carbonell
- Sililiza. J. Papoulis
O concerto do Coro Juvenil da Universidade de Lisboa começa na Igreja Paroquial de São Luís seguido de um animado flash mob prossegue até ao Largo do Mercado, onde terá lugar a terceira parte do concerto.
CIUL Coro Juvenil da Universidade de Lisboa
Erica Mandillo direcção
João Lucena e Vale. piano
Concerto integrado no Festival Aldeias à Vista em Sabóia parceria com a associação Guardiões do Mira
-La Passeggiattta. G. Rossini
-Alles Hat Zeine Zeit. J. Haydn
- Ai ó Ai meu Meu. F. Lopes Graça
- Madrigal. G. Fauré
- Cantique de Jean Racine. G. Fauré
- Sleep. E. Witacre
-Primitive Music. Jukka Linkola
. The Sunrise
. The Work Song
. Candel Song
.The Ritual Dance
. TheJoiku
- Tha Thin Tha. Lisa Young
- O Coletinho. F. Lopes Graça
- Balada de Outono. Arr. Firmino Morais -Zeca Afonso
- Prende La vela. A. Carbonell
- Sililiza. J. Papoulis
QUINTAL DA MÚSICA
openSPEECH Trio
CARLOS BEXEGAS flauta
ULRICH MITZLAFF violoncelo
RUI FAUSTINO bateria
openSPEECH::::::: estima uma viagem planeada, confirmando o itinerário familiar! Neste trio, de instrumentistas/compositores multifacetados, a espontaneidade opta por atalhos, não enjeitando a derrapagem controlada, para surpreender e ser surpreendido. No discorrer da improvisação aberta, explorar ressaltos inusitados é mote, para seguir caminho indeterminado, ao encontro de múltiplas possibilidades sonoras, do jazz á música contemporânea erudita.
MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • RECITAIS DE ACORDEÃO
Do Barroco ao Contemporâneo”
PAULO JORGE FERREIRA acordeão solo
PROGRAMA
J.S.Bach Ária da Suite Orquestral nº 3 BWV 1068
Domenico Scarlatti Sonata Dó maior K 49
Astor Piazzolola Otõno Porteno (arranjo: Paulo Jorge Ferreira)
Improviso
Domenico Scarlatti Sonata Sol menor K 3
Paulo Jorge Ferreira Soluços
Astor Piazzolla Libertango (arranjo: Paulo Jorge Ferreira)
BIO
Paulo Jorge Ferreira nasceu em Lisboa. Ao longo da sua formação, frequentou cursos dirigidos por alguns dos mais prestigiados acordeonistas contemporâneos. Finalizou os seus estudos na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, onde posteriormente lhe foi atribuído, perante prova pública, o título de especialista em Acordeão/Performance.
Tem realizado recitais a solo e concertos de música de câmara, tanto a nível nacional como internacional, nomeadamente em França, México, Bélgica, Áustria, Itália, Macau, Espanha, Hungria, Holanda, Alemanha e Polónia, tocando com músicos portugueses e estrangeiros de enorme prestígio. Durante o seu percurso atuou em algumas das mais importantes salas de concerto da Europa, como Musik Werein, Muziekgebouw, De Single, Odéon Theatre de L’Europe, Teátrum House of Future, Berliner Philarmoniker, entre outras. Participou como instrumentista, em diversas estreias de obras para acordeão solo, música de câmara, ensemble e orquestra. Trabalha assiduamente com compositores portugueses, fomentando a criação de novo repertório português para acordeão.
Apresentou-se como músico convidado de orquestras sinfónicas e de câmara, tais como, Orquestra de Pequim, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Utópica, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Remix Ensemble, Ensemble Darcos e a solo com Esart Ensemble, Remix Ensemble, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra de Câmara de Colónia, Orquestra Sinfónica do Conservatório Nacional, Sinfonietta de Ponta Delgada e Banda Sinfónica Portuguesa, trabalhando com maestros de reconhecida qualidade internacional, como Stefan Asbury, Jürjen Hempel, Lawrence Foster, Peter Rundel, Martin André, Emílio Pomàrico, Carl St. Clair, Peter Eötvös. Colabora regularmente com Remix Ensemble, Ensemble Darcos, Orquestra Gulbenkian e Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.
No domínio da música de câmara, constitui com Pedro Santos um duo de acordeões (Duo Damian), com Carlos Alves um duo de acordeão e clarinete (Artclac), com Catherine Strynckx um duo de acordeão e violoncelo (Stretto Duo), com Ana Ester Neves (soprano) um duo de acordeão e canto, e um quinteto com quarteto de cordas.
Ao longo da sua carreira musical tem participado em inúmeras gravações discográficas, em programas radiofónicos e televisivos. Gravou dois cd’s a solo, “Percursos” editado pela etiqueta “Numérica”, “Contemporary Works for Accordion” incluído no catálogo da CalandaMusic e o disco “Escape” (Stretto Duo) em música de câmara, publicado pela Artway Records.
Paralelamente, a sua atividade como compositor tem-se desenvolvido significativamente, escrevendo obras para instrumentos solo, música de câmara e orquestra. Devido ao crescente interesse pela sua forma de compor, tem recebido encomendas de alguns dos mais conceituados solistas, grupos de câmara e festivais de música portugueses, e algumas das suas peças têm sido executadas igualmente no estrangeiro. Foram editados discos com algumas das suas obras e a edição impressa da sua música está a ser realizada pela editora AVA Musical Editions.
Atualmente é professor de acordeão e música de câmara na Escola Superior de Artes Aplicadas em Castelo Branco e na Escola de Música do Conservatório Nacional. Alguns dos seus alunos e grupos de música de câmara têm obtido primeiros prémios em concursos nacionais e internacionais de acordeão e de música de câmara. Paulo Jorge Ferreira é convidado com regularidade como membro de júri em concursos internacionais de acordeão. Co-autor do livro “Modern Accordion Perspectives” que contém artigos e entrevistas sobre o acordeão clássico, segundo a crítica, por alguns dos mais reconhecidos acordeonistas da atualidade. É diretor artístico do Festival e Concurso de acordeão Folefest e presidente da Associação Folefest. Tem sido unanimemente considerado um músico preponderante no desenvolvimento artístico do acordeão em Portugal
MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • RECITAIS DE ACORDEÃO
“Do Barroco ao Contemporâneo”
PAULO JORGE FERREIRA acordeão solo
PROGRAMA
J.S.Bach Ária da Suite Orquestral nº 3
Paulo Jorge Ferreira Improviso
Domenico Scarlatti Sonata Dó maior
Astor Piazzolola Otõno Porteno (arranjo: Paulo Jorge Ferreira)
Paulo Jorge Ferreira Soluços
Astor Piazzolla Libertango (arranjo: Paulo Jorge Ferreira)
BIO
Paulo Jorge Ferreira nasceu em Lisboa. Ao longo da sua formação, frequentou cursos dirigidos por alguns dos mais prestigiados acordeonistas contemporâneos. Finalizou os seus estudos na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, onde posteriormente lhe foi atribuído, perante prova pública, o título de especialista em Acordeão/Performance.
Tem realizado recitais a solo e concertos de música de câmara, tanto a nível nacional como internacional, nomeadamente em França, México, Bélgica, Áustria, Itália, Macau, Espanha, Hungria, Holanda, Alemanha e Polónia, tocando com músicos portugueses e estrangeiros de enorme prestígio. Durante o seu percurso atuou em algumas das mais importantes salas de concerto da Europa, como Musik Werein, Muziekgebouw, De Single, Odéon Theatre de L’Europe, Teátrum House of Future, Berliner Philarmoniker, entre outras. Participou como instrumentista, em diversas estreias de obras para acordeão solo, música de câmara, ensemble e orquestra. Trabalha assiduamente com compositores portugueses, fomentando a criação de novo repertório português para acordeão.
Apresentou-se como músico convidado de orquestras sinfónicas e de câmara, tais como, Orquestra de Pequim, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Utópica, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Remix Ensemble, Ensemble Darcos e a solo com Esart Ensemble, Remix Ensemble, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra de Câmara de Colónia, Orquestra Sinfónica do Conservatório Nacional, Sinfonietta de Ponta Delgada e Banda Sinfónica Portuguesa, trabalhando com maestros de reconhecida qualidade internacional, como Stefan Asbury, Jürjen Hempel, Lawrence Foster, Peter Rundel, Martin André, Emílio Pomàrico, Carl St. Clair, Peter Eötvös. Colabora regularmente com Remix Ensemble, Ensemble Darcos, Orquestra Gulbenkian e Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.
No domínio da música de câmara, constitui com Pedro Santos um duo de acordeões (Duo Damian), com Carlos Alves um duo de acordeão e clarinete (Artclac), com Catherine Strynckx um duo de acordeão e violoncelo (Stretto Duo), com Ana Ester Neves (soprano) um duo de acordeão e canto, e um quinteto com quarteto de cordas.
Ao longo da sua carreira musical tem participado em inúmeras gravações discográficas, em programas radiofónicos e televisivos. Gravou dois cd’s a solo, “Percursos” editado pela etiqueta “Numérica”, “Contemporary Works for Accordion” incluído no catálogo da CalandaMusic e o disco “Escape” (Stretto Duo) em música de câmara, publicado pela Artway Records.
Paralelamente, a sua atividade como compositor tem-se desenvolvido significativamente, escrevendo obras para instrumentos solo, música de câmara e orquestra. Devido ao crescente interesse pela sua forma de compor, tem recebido encomendas de alguns dos mais conceituados solistas, grupos de câmara e festivais de música portugueses, e algumas das suas peças têm sido executadas igualmente no estrangeiro. Foram editados discos com algumas das suas obras e a edição impressa da sua música está a ser realizada pela editora AVA Musical Editions.
Atualmente é professor de acordeão e música de câmara na Escola Superior de Artes Aplicadas em Castelo Branco e na Escola de Música do Conservatório Nacional. Alguns dos seus alunos e grupos de música de câmara têm obtido primeiros prémios em concursos nacionais e internacionais de acordeão e de música de câmara. Paulo Jorge Ferreira é convidado com regularidade como membro de júri em concursos internacionais de acordeão. Co-autor do livro “Modern Accordion Perspectives” que contém artigos e entrevistas sobre o acordeão clássico, segundo a crítica, por alguns dos mais reconhecidos acordeonistas da atualidade. É diretor artístico do Festival e Concurso de acordeão Folefest e presidente da Associação Folefest. Tem sido unanimemente considerado um músico preponderante no desenvolvimento artístico do acordeão em Portugal
Toc, Toc, Toc - música de João Madureira
Sonho - música de Daniel Martinho
O Gato de Botas - música de Miguel Azguime
Ao desconcerto do mundo - música de Ângela da Ponte
Fala do velho do Restelo ao astronauta - música de Sofia Sousa Rocha
Quando Eu Nasci - música de Pedro Rebelo
Pedro Neves direcção
Miguel Azguime recitante
Jade Mandillo recitante
Sílvia Cancela flauta
Nuno Pinto clarinete
Vítor Vieira violino
Luís André Ferreira violoncelo
Elsa Silva piano
Miso Studio técnica
MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • Sond'Ar-te Duo flauta e violoncelo
SÍLVIA CANCELA flauta
LUÍS ANDRÉ FERREIRA violoncelo
Programa:
Franz Danzi Duos para flauta e violoncelo Op. 64
Kaija Saariaho Mirrors
Claude Debussy Syrinx
Johann Sebastian Bach Sarabandas 1ª e 2ª Suites
Miguel Azguime 4 Encantamentos
Heitor Villa-Lobos Assobio a Jato
Concerto comentado por Miguel Azguime
Produção Miso Music Portugal www.misomusic.me/odemira
MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • Sond'Ar-te Duo flauta e violoncelo
SÍLVIA CANCELA flauta
LUÍS ANDRÉ FERREIRA violoncelo
Programa:
Franz Danzi Duos para flauta e violoncelo Op. 64
Kaija Saariaho Mirrors
Claude Debussy Syrinx
Johann Sebastian Bach Sarabandas 1ª e 2ª Suites
Miguel Azguime 4 Encantamentos
Heitor Villa-Lobos Assobio a Jato
Concerto comentado por Miguel Azguime
Produção Miso Music Portugal www.misomusic.me/odemira
A ópera multimédia Itinerário do Sal de Miguel Azguime combina música, poesia, vídeo e eletrónica numa narrativa cativante sobre a travessia interior do autor. Cria, numa abordagem inovadora que mistura artes visuais e sonoras, uma experiência imersiva indelével.
CONVERSA COM O PÚBLICO a seguir ao espetáculo
Itinerário do Sal
de Paula e Miguel Azguime
Miso Ensemble
ópera Multimédia
Miguel Azguime – composição, textos e performance
Paula Azguime – criação vídeo, desenho de som, electrónica em tempo real
Andre Bartetzki – desenvolvimento tecnológico
CHOREOS
Concerto em Percurso Musical
CIUL - Coro Infantil da Universidade de Lisboa
Direção: Erica Mandillo | Piano: João Lucena e Vale
(* Violino: Tiago Varela, ** Percussão: Lucas Robert)
O Coro Infanto-juvenil da Universidade de Lisboa é um dos mais prestigiados coros infantis a nível Internacional. Aliando ao canto o movimento corporal e a expressão teatral, surpreende e interpela o expectador. Interpretando peças clássicas, modernas, tradicionais, etc, integradas e ligadas numa sequência musical adaptada a cada espaço e público, o CIUL faz de cada concerto uma experiência única!
PROGRAMA
Praçeta no topo da Rua Sarmento Beires…
Mbiri Kuna (Shona Gloria) ** Lee Kesselman
A Round of 3 Country dances in one Thomas Ravenscroft
Meu Amor me deu um lenço Trad Serpa (Arr. Joël Canhão)
Two Native American Songs ** Arr. Barbara Sletto
… descendo a Rua Sarmento Beires …
Two Native American Songs (continuação) ** Arr. Barbara Sletto
Puestos están frente a frente ** Anónimo (Séc. XVI)
O ladrão do negro melro Fernando Lopes Graça
O Rojão ** Trad. Brasileiro (Arr. H. Villa-Lobos)
… frente ao Castelo
O cirandeiro Trad. Brasileiro (Arr. Brad Green)
O cravo e a rosa Trad. Brasileiro (Arr. H. Villa-Lobos)
Era uma vez João Lucena e Vale
In every little sea Shell W. Lutoslawski
Mariposa del aire (letra F. Garcia Lorca) Modesta Bor
Balada de Outono José Afonso (Arr. José Firmino)
Os Homens que vão para a Guerra Fernando Lopes Graça
Angue ** Trad. Panamá (Arr. Jorge Ledezma)
Cantemos o Novo dia Fernando Lopes-Graça
Marenostrum *,** Trad. (Arr. Josu Elberdin)
Syris Rhodou (Grécia)
Jana erdhi (Albania)
A ya zain (Egipto)
Sambalelê ** Trad. Brasileiro (Arr. Eduardo Lakschewitz)
Clap yo’r hands George Gershwin
Kui (com o público…) ** Trad. Zulu (Arr. Anónimo)
SETEMBRO IMERSÂO CULTURAL ODEMIRA
Encontro de Agentes Culturais e Artistas do Concelho de Odemira, com concerto.
Nuno Pinto clarinete
Miguel Azguime electrónica
PROGRAMA
J. S. Bach: Sonata em Sol menor BWV 1001 - Adagio
Steve Reich: New York Counterpoint
Niccoló Paganini: Moto Perpetuo Op.11
Miguel Azguime: Drifting 3
Béla Kovacs: Sholem Alekhem, rov Feidman!
SETEMBRO IMERSÂO CULTURAL ODEMIRA
Nuno Pinto clarinete
Miguel Azguime electrónica
PROGRAMA
J. S. Bach: Sonata em Sol menor BWV 1001 - Adagio
Steve Reich: New York Counterpoint
Marin Marais: Préludes en harpègement n° 1 e 2, livre V
João Pedro Oliveira: Time Spell
Niccoló Paganini: Moto Perpetuo Op.11
Miguel Azguime: Drifting 3
Béla Kovacs: Sholem Alekhem, rov Feidman!
QUINTA-FEIRA 29 DE AGOSTO DE 2024
QUINTAL DA MÚSICA
OS VIOLONCELOS DE JOSÉ AFONSO
Pedro do Carmo
Luïsa Paredes
Eva Aguilar
Traduzir os valores de Abril presentes na música de José Afonso: a responsabilidade de defender valores maiores que o indivíduo; uma noção coletiva da música e da arte, independentemente da origem ou condição.
ZECA AFONSO - PARA DOIS VIOLONCELOS
No âmbito das Comemorações Oficiais dos 50 Anos do 25 de Abril, em parceria com a Direcção-Geral das Artes e a Associação José Afonso (AJA), os Violoncelos de José Afonso por este meio apresentar umaproposta cultural: “Zeca-Afonso – Estudos Musicais para Dois Violoncelos”.
Trata-se de um projeto que tem como missão divulgar, ensinar e interpretar a obra de José Afonso, figura incontornável no meio musical português, cujo pensamento transmitido na sua música teve um impacto direto na revolução de Abril e na implementação do pensamento democrático e cidadão em Portugal.
Através do arranjo de parte da obra do cantautor para dueto de violoncelo- mantendo as característicasmusicais que representam a sua originalidade – é possível transmitir o seu legado através de um instrumento não ligado à música popular portuguesa, mas capaz de expressar as diferentes facetas musicais presentesna música de José Afonso. Dada a versatilidade do violoncelo e o facto de atualmente estar presente na maioria dos géneros musicais, será possível incluir estes arranjos em diferentes tipos de programação (desde o concerto informal ao festival de música clássica; dos espaços independentes de música experimental às salas de espetáculo ou bibliotecas municipais).
Este projeto é baseado numa ideia do violoncelista Paulo Gaio Lima, referência nacional no ensino do violoncelo em Portugal. A sua vontade era tocar e disseminar a música de José Afonso de uma forma global - contando quem foi Zeca e porque lutou Zeca- mas sempre pedagógica, que pudesse incluir na sua prática musical do dia a dia enquanto professor de violoncelo. O facto destes arranjos serem duetos para violoncelo é a sua inspiração na prática dos antigos mestres violoncelistas que, ao comporem estudos para os seus alunos, incluíam uma segunda voz de acompanhamento, tocada pelo próprio mestre (num fraterno gesto de apoio para com o aluno, no momento de grande pressão característico da performance).
Estes arranjos são assim pensados como estudos (peças musicais que abordam uma certa técnicainstrumental, com o objetivo de adquirir o seu domínio), mas que vão além da técnica, para que possam traduzir os valores de Abril presentes na música de José Afonso: A consciência do nosso legado e papelcultural; a responsabilidade de defender valores maiores que o indivíduo; uma noção coletiva da música e da arte, independentemente da origem ou condição.
OS VIOLONCELOS DE JOSÉ AFONSO
Equipa Artística
Pedro do Carmo
Iniciou os estudos musicais em violoncelo aos 5 anos deidade na Academia de Música de Lisboa na classe daProf. Daniela de Brito, mudando-se depois para a suaclasse na Academia Musical dos Amigos das Crianças. Prossegue os estudos na Escola Superior de Música deLisboa, onde estudou com o Prof. Paulo Gaio Lima eposteriormente com o Prof. Levon Mouradian, acabando a licenciatura no HKU Utrechts Conservatorium comJeroen den Herder. Em Utrecht, teve a oportunidade de trabalhar com Sebastian Koloski e Viola de Hoog.
Ao longo do percurso académico, tem tido a oportunidade de trabalhar com nomes conceituados do violoncelo em diversas
masterclasses, tais como: Xavier Gagnepain, Johannes Moser, Maria de Macedo, Daniel Grosgurin, Tsuyoshi Tsutsumi, Claudio Bohórsquez, Márcio Carneiro, Varoujan Bartikian, Filipe Quaresma, MarcoPereira, Jed Barahal, Lluis Claret, Jeroen den Herder, Vivien Mackie, Leonid Gorokhov, Job ter Haar, Ophélie Gaillard, Marc Coppey, Gideon den Herder e Kyril Zlotnikov.
Foi membro efectivo da Orquestra Sinfónica Juvenil (OSJ), entre 2016 e 2021, com a qual participou numadigressão a Macau. Foi bolseiro da OSJ na temporada 2020-21 pela Fundação EDP, onde teve oprivilégio de tocar a solo com a orquestra. É também, membro da Jovem Orquestra Portuguesa desde2017, com a qual fez várias digressões, nomeadamente a Berlim e à Roménia, bem como váriasapresentações pelo país.
Tem aprofundado a prática de música contemporânea e música mista, sendo membro do LabMMx José Luís Ferreira – orientado pelo compositor Jaime Reis, e da academia do Sond’Ar-te Eletric Ensemble, guiadapelo compositor Miguel Azguime e pelo maestro Pedro Neves.
Atualmente, estuda na Codarts Rotterdam, Países Baixos, no segundo ano de mestrado em performance. É aluno do Prof. Jeroen den Herder.
Lluïsa Paredes
Nasceu em 1999 em Girona, Catalunha (Espanha). Iniciou os estudos musicais aos 6 anosna Escola de Música de Sant Gregori (Willems education) em piano, começando no anoseguinte os estudos em violoncelo na mesma instituição.
Em 2011 entrou no Conservatori de Música Isaac Albéniz de Girona, onde estudou violoncelo como professor Josep Bassal, piano com o professor Carles Lama e aulas de canto com a professora Carmen Rodríguez.
Estudou também a técnica de composição Contraponto com o professor Miquel Sunyer, ganhando o gosto pelos arranjos e composições musicais para o seu instrumento de eleição, o violoncelo.
Em 2017 inicia uma nova etapa da sua carreira artística em Lisboa, onde ingressa na licenciatura em performance na Academia Nacional Superior de Orquestra com os professores Paulo Gaio Lima e Marco Pereira, terminando em 2020. Aqui integrou projetos com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, enquanto reforço.
Para além do percurso académico, participou em vários projetos artísticos de diversas áreas, tais como o filme “Absència” (trailer: https://lluisaparedes.cat/ composicions/absencia/), e em 2014 e o filme “El nostre llarg silenci” (trailer: https://lluisaparedes.cat/composicions/el-nostre-llarg-silenci/); participação em espetáculos de teatro com o grupo "Cor de Teatre", como “Ombres i llums (trailer: https://vimeo.com/671714626); A composição original da banda sonora do documentário “A la recerca del jo” (trailer: https://lluisaparedes.cat/composicions/la-recerca-del-jo/) em 2018; A participação no espetáculo “Entre el tot i el res” (see a resume at: https://lluisaparedes.cat/composicions/entre-el-tot-i-el-res/).
Atualmente frequenta o mestrado em performance na Codarts Rotterdam (Países Baixos), onde estuda com oprofessor Jeroen den Herder.
Eva Aguilar
Eva Aguilar (2002) é uma jovem artista portuguesa, licenciada em composição pela Escola Superior de Musica de Lisboa, segundo orientação de Luís Tinoco, Carlos Caires e Jaime Reis. Paralelamente, enquanto intérprete,estuda canto e violoncelo e integra o Coro Juvenil da Universidade de Lisboa, dirigido por Erica Mandillo, tendo participado em festivais em Vesoul, Turim, Basileia, Estrasburgo, Zurique, Perpignan, Bilbao, Cork, Amsterdão e concertos na Fundação Calouste Gulbenkian (com a pianista Maria João Pires), Casa da Música, Centro Cultural de Belém, Teatro São Luiz,Assembleia da República, Panteão Nacional, entre outros. Entre 2020 e 2023, selecionada pelo Plus-Minus Ensemble (UK), Divertimento Ensemble (IT), Ensemble Orbis (FR),HERMESensemble (BE), Centre Henri Pousseur (BE), Festival MIXTUR (ES), BoCA Sub 21 - Biennial of
Contemporary Arts, Arte no Tempo, Sentidos Ilimitados, Projecto DME, Companhia de Dança de Almada, Companhia Nacional de Bailado (PT), para escrever obras tocadas em espaços/eventos como: Festival Dialogues (Edimburgo), Festival Rondò 22 (Milão), Festival DME (Lisboa Incomum), FestivalMúsica Viva (O’Culto da Ajuda), COMPOTA (espectáculos de improvisação multidisciplinar), Centro deArte Contemporânea de Almada, Teatro Aveirense, Estúdios Victor Córdon, Aula Magna da Reitoria daUniversidade de Lisboa, Iglesia de San Juan Bautista (Pasaia/Leioa), Castelo de Alden-Biesen(Limburgo), Pôle Pixel
- GRAME - centre national de création musicale (Lyon), entre outros. Recentemente convidada para ser ‘Compositora em residência’ na Jovem Orquestra Portuguesa, com uma nova obra a ser estreada na Konzerthaus (Berlim), em 2024.
QUINTA-FEIRA 22 DE AGOSTO DE 2024
QUINTAL DA MÚSICA
CANÇÕES & COMPANHIAS
Lucas Robert guitarra e voz
Jasmim Mandillo violoncelo e voz
Concerto de jovem autor, compositor e guitarrista em busca da sua identidade musical. Inspirado principalmente nas canções de Chico Buarque e Zéca Afonso, também incorpora influências de Fernando Lopes-Graça nas suas performances ao vivo, recriando clássicos destes artistas para além das suas próprias criações; acompanhado no violoncelo por Jasmim Mandillo, jovem violoncelista e autora.
MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • Recital de violino e violoncelo com Vítor Vieira e Filipe Quaresma
Sabóia Igreja de Nossa Senhora da Assunção
Sond'Ar-te Duo - Violino e Violoncelo
Vítor Vieira - violino
Filipe Quaresma - violoncelo
Miguel Azguime - electrónica
PROGRAMA
Johann Sebastian Bach - Sonata nº1 em sol menor (Adagio e Fuga)
Miguel Azguime - Moment à l’Extrêmement
Sofia Gubaidulina - Rejoice!
Maurice Ravel - Sonata para violino e violoncelo
Recital de violino e violoncelo com Vítor Vieira e Filipe Quaresma
Sond'Ar-te Duo - Violino e Violoncelo
Vítor Vieira - violino
Filipe Quaresma - violoncelo
Miguel Azguime - electrónica
Odemira Igreja da Misericórdia
PROGRAMA
Johann Sebastian Bach - Sonata nº1 em sol menor (Adagio e Fuga)
Miguel Azguime - Moment à l’Extrêmement
Sofia Gubaidulina - Rejoice!
Maurice Ravel - Sonata para violino e violoncelo
Vítor Vieira - violino
Filipe Quaresma - violoncelo
Elsa Silva - piano
"Flash & Flesh" # de Daniel Schvetz
projecto A Guerra Guardada
"Jogo duplo" # de Diogo Alvim
projecto A Guerra Guardada
"Como se fosse um filho" # de Pedro Lima
projecto A Guerra Guardada
"Trio 2 Op. 67 in E Minor" de Dmitri Shostakovich
3 encomendas da Miso Music Portugal no contexto da exposição “A Guerra Guardada – Fotografias de Soldados Portugueses em Angola, Guiné e Moçambique (1961-74)”, com curadoria de Maria José Lobo Antunes e Inês Ponte. A exposição explora coleções pessoais de homens que em tempos foram soldados, sendo que a maioria foi recolhida através de entrevistas presenciais no quadro de uma investigação etnográfica no ICS-ULisboa. Aos três compositores foi lançado o desafio de compor uma peça para o Sond'Ar-te Trio (piano, violino, violoncelo), com ou sem eletrónica. As peças foram inspiradas numa das secções da exposição – as “fotos faladas”, em que as imagens dos tempos da guerra são acompanhadas por gravações de relatos e memórias dos ex-soldados.
CINEMA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SABÓIA
PEDAGOGIA PELA ARTE
Workshops de criação sonora / pedagogia pela Arte para a criação de uma Instalação Sonora “Narrativas e Vivências de Água"
Alunos do 6º B do Agrupamento de Escolas de Sabóia