Flowing Reeds Duo • Aldeias à Vista
Flowing Reeds Duo • Aldeias à Vista
Maxim Nedobezhkin (acordeão)
Sérgio Gladkyy (acordeão)
Flowing Reeds Duo é um duo de acordeão português composto por Sérgio Gladkyy e Maxim Nedobezhkin. Iniciaram a sua carreira musical em 2013 no Conservatório de Albufeira e deram continuidade aos seus estudos na Universidade de Évora em 2020.
Ao longo da sua carreira, destacaram-se em diversas competições nacionais e internacionais.
Uma das suas conquistas mais notáveis foi a obtenção do 1.º lugar no Concurso Internacional Cambra Romànica (7a edição) na categoria Advanced e 1.° lugar na categoria de Música de Câmara Júnior no CMA Trophee Mondiale 2017, em França.
Com um repertório versátil e concertos que combinam mestria técnica com profundidade expressiva, o Flowing Reeds Duo tem ganho reconhecimento por demonstrar o acordeão como um instrumento poderoso e cativante.
"TOPOGRAFIA DE DESEJO, OU O LUGAR IMPOSSÍVEL" nova ópera de Miguel Azguime
ÓPERA ESTREIA
Dias 24, 25 e 26 de Setembro
CANTAR JUNTOS PELO MUNDO • CORO PREPARATÓRIO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
CORO PREPARATÓRIO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
CANTAR JUNTOS PELO MUNDO
Erica Mandillo maestrina e directora artística,
João Lucena e Vale piano
SÁBADO, 20 de JUNHO, 17h00
Estação das Artes na estação CP de Santa Clara / Sabóia
PROGRAMA
- O Pato (Daniel Porat)
- Meu amor me Deu um Lenço ( Trad. Portugal/Serpa- Arr. Joel Canhão)
- Ô Bruit Doux de la pluie ( Trad . França- Arr. C Legros)
- Tongo (Trad. Polinésia)
- Abendstille Ūberall ( Trad. Alemanha)
- Wilkomen liber shoner Mai (F. Shubert)
- Round and round ( Trad. Inglaterra )
- Dobadeira ( Trad. Portugal- Arr- Carlos Garcia)
- Akai Hana (Trad .Japão- Arr. Naohiko Teraschina)
- Bring me little Water ( Trad. USA- Arr. Moira Smiley)
- Summer is icumen in (Inglaterra- Anónimo Sec .XIII)
- Mariposa ( Trad. Venezuela- Arr. Modesta Bor)
- O cravo (Trad. Brasil- Arr. Heitor Villa-Lobos)
- O Exemplo do Menino ( F. Lopes Graça)
- O Rojáo (Trad. Brasil)
- Cirandeiro ( Trad. Brasil- Arr. Brad Green)
- Siahamba (Trad. África do Sul- Zulu )
- Si si si (Trad. Congo)
O CORO PREPARATÓRIO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA é constituído por crianças entre os 8 e os 11 anos, que recebem formação coral tendo um ensaio por semana.
Apoio Herdade do Azinhal
Lançamento World New Music Magazine dedicado a Portugal - Mesa Redonda
Lançamento da World New Music Magazine n.º 31, 2025, dedicado a Portugal na Fundação Calouste Gulbenkian
Mesa-redonda: “O que é novo na música portuguesa?”
Moderador: Pedro Boléo
.Intervenientes: Ana Telles, António Ferreira, Cláudio de Pina, Filipa Magalhães, Jakub Szczypa, Manuel Pedro Ferreira, Miguel Azguime e Pedro Prista
Entrada é livre, sujeita à lotação do auditório
A Miso Music Portugal e o MIC.PT, em parceria com o CESEM – Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical, apresentam a World New Music Magazine n.º 31, 2025, uma edição dedicada a Portugal, publicada pela International Society for Contemporary Music — ISCM, no dia 19 de Junho de 2026, às 18h00, no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Acolhido pela Fundação Calouste Gulbenkian, o lançamento incluirá uma mesa-redonda moderada por Pedro Boléo, reunindo autores e colaboradores da publicação em torno da questão:
“O que é novo na música portuguesa?”
Publicada na sequência dos ISCM World New Music Days 2025, realizados pela primeira vez em Portugal, esta edição reúne ensaios, reflexões e testemunhos de compositores, intérpretes, investigadores e agentes culturais. Mais do que propor uma visão única, apresenta uma pluralidade de perspectivas sobre a criação musical contemporânea em Portugal, os seus desenvolvimentos recentes, práticas, contextos e ressonâncias internacionais.
A revista foi editada por Magnus Bunnskog, editor-chefe da World New Music Magazine. A parceria com o CESEMreflecte a forte presença da investigação e da reflexão crítica nesta publicação, que conta com contributos de vários dos seus membros.
A mesa-redonda evitará apresentações individuais de cada artigo, abrindo antes uma conversa mais ampla sobre as questões artísticas, estéticas, institucionais e sociais que moldam a criação musical em Portugal hoje. A pergunta “O que é novo na música portuguesa?” servirá de fio condutor para discutir linguagens em transformação, práticas de escuta, relações com a tecnologia, circulação, memória e o lugar da música portuguesa em contextos internacionais mais vastos.
A publicação bilingue foi possível graças ao apoio financeiro da ISCM, da Fundação Calouste Gulbenkian e da DGArtes — Direcção-Geral das Artes.
O lançamento será simultaneamente a apresentação pública da revista em Portugal e uma oportunidade de diálogo entre criação, investigação e pensamento crítico.
Organização: Miso Music Portugal / MIC.PT
Em parceria com: CESEM — Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical
Acolhido por: Fundação Calouste Gulbenkian
Publicação: World New Music Magazine n.º 31, 2025
Editor: International Society for Contemporary Music — ISCM em cooperação com a Miso Music Portugal e o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian
Editor-chefe: Magnus Bunnskog
A Miso Music Portugal é uma estructura apoiada pelo Ministério da Cultura, Juventude e Desporto e pela Direcção Geral das Artes
Launch of World New Music Magazine #31, 2025 at the Calouste Gulbenkian Foundation
Miso Music Portugal and MIC.PT, in partnership with CESEM – Centre for the Study of the Sociology and Aesthetics of Music, will present World New Music Magazine #31, 2025, a Portugal-focused edition published by the International Society for Contemporary Music, ISCM, on 19 June 2026, at 18:00, in Auditorium 3 of the Calouste Gulbenkian Foundation, Lisbon.
Hosted by the Calouste Gulbenkian Foundation, the launch will include a round table moderated by Pedro Boléo, bringing together authors and contributors to the publication, Ana Telles, António Ferreira, Cláudio de Pina, Filipa Magalhães, Jakub Szczypa, Manuel Pedro Ferreira, Miguel Azguime and Pedro Prista around the question:
“What is new in Portuguese music?”
Published in the wake of the ISCM World New Music Days 2025, held for the first time in Portugal, this edition brings together essays, reflections and testimonies by composers, performers, researchers and cultural agents. Rather than offering a single overview, it presents a plurality of perspectives on contemporary music creation in Portugal, its recent developments, practices, contexts and international resonances.
The magazine has been edited by Magnus Bunnskog, editor-in-chief of World New Music Magazine. The partnership with CESEM reflects the strong presence of research and critical reflection within the publication, with contributions from several of its members.
The round table will avoid individual presentations of each article, opening instead a broader conversation on the artistic, aesthetic, institutional and social questions that shape musical creation in Portugal today. The question “What is new in Portuguese music?” will serve as a common thread for discussing changing languages, listening practices, relationships with technology, circulation, memory, and the place of Portuguese music within wider international contexts.
The bilingual publication was made possible with the financial support of the ISCM, the Calouste Gulbenkian Foundation and DGArtes – Portuguese Arts Council.
The launch will be both the public presentation of the magazine in Portugal and an opportunity for dialogue between creation, research and critical thought.
Date: 19 June 2026
Time: 18:00
Venue: Calouste Gulbenkian Foundation – Auditorium 3, Lisbon
Organised by: Miso Music Portugal / MIC.PT
In partnership with: CESEM – Centre for the Study of the Sociology and Aesthetics of Music
Hosted by: Calouste Gulbenkian Foundation
Publication: World New Music Magazine #31, 2025
Publisher: International Society for Contemporary Music, ISCM in cooperation with Miso Music Portugal and the support of Calouste Gulbenkian Foundation
Editor-in-chief: Magnus Bunnskog
Miso Music Portugal is an organisation supported by the Ministry of Culture, Youth and Sport and by the Directorate-General for the Arts.
DIZ-CONCERTO - Sond'Ar-te Electric Ensemble
PROGRAMA
Sonho
poema de Fernando Pessoa
composição Daniel Martinho
Ao desconcerto do mundo
poema de Luís Vaz de Camões
composição Ângela da Ponte
Fala do velho do Restelo ao astronauta
poema de José Saramago
composição Sofia Sousa Rocha
Mestre Gato ou o Gato de Botas
texto de Charles Perrault
composição Miguel Azguime
Pedro Carneiro: maestro;
Miguel Azguime: narrador ; Sílvia Cancela: flauta;
Nuno Pinto: clarinete Elsa Silva: piano; Vítor Vieira: violino;
Luís André Ferreira: violoncelo;
Desenho de som: Paula Azguime Electrónica: Cláudio de Pina -Miso Studio
Um espaço cénico-musical que reúne um narrador e os instrumentos da orquestra — flauta, clarinete, violino, violoncelo e piano — dando vida a poemas através da música.
Dirigida a um público eclético, esta proposta constitui também um recurso educativo singular, abrindo o universo da música ao ensino secundário em articulação com professores de português, filosofia, artes e de todas as áreas em que acuriosidade possa ser despertada.
A palavra-som e a palavra-sentido, pelas palavras de Camões, Pessoa eSaramago, convidam a uma reflexão intemporal sobre o homem e a sociedade, independentemente da época da sua escrita. O projeto assenta em textos e poemas de referência da literatura portuguesa e do currículo escolar, aos quais se junta a ironia de Charles Perrault, que, sob a forma de uma fábula infantil, oferece uma sátira à sociedade, expondo o peso das aparências, a superficialidade daaristocracia e a fragilidade da moral dominante.
Este concerto desperta, através da literatura, a curiosidade pela linguagem musical contemporânea e amplia o imaginário sonoro de cada um, com criações encomendadas a quatro compositores portugueses: Ângela da Ponte, Sofia Sousa Rocha, Daniel Martinho e Miguel Azguime.SOND’AR-TE ELECTRIC ENSEMBLE
Fundado em Julho de 2007, o Sond'Ar-te Electric Ensemble é uma inovadora proposta musical no panorama português e europeu contemporâneo na medida em que conjuga de forma estruturante os instrumentos acústicos com osmeios electrónicos. Ao elevadíssimo padrão de qualidade dos músicos que integram este ensemble vem associar-se a tecnologia musical de ponta que ao longo de muitos anos de investigação e experiência tem sido desenvolvida no MisoStudio.
Paralelamente ao desenvolvimento e à interpretação de um novo repertório, o Sond'Ar-te Electric Ensemble assenta também a sua prática no importante repertório da música do século XX com a interpretação de algumas das obrasemblemáticas que atravessam a história musical do século passado. Refira-se ainda, como ponto central da actividade do Sond’Ar-te Electric Ensemble o programa de encomendas de novas obras musicais, o concurso internacional de composição, o fórum para jovens compositores, o desenvolvimento de projectos "New Op-Era" e ainda diversos projectos pedagógicos e de sensibilização de novos públicos.
O Sond'Ar-te Electric Ensemble estreou-se no Festival Música Viva 2007; tendo realizado, desde a sua estreia numerosas apresentações, seja em Portugal com presença nas mais emblemáticas salas de concerto seja no estrangeiro com presença nalguns dos mais importantes festivais europeus como o City of London Festival ou o Festival Outono de Varsóvia e digressões que o levaram por diversas vezes a Espanha, Polónia, França, ReinoUnido, Alemanha, Coreia do Sul, Canadá e Japão.
Justiça e Liberdade • QUARTETO PARA O FIM DO TEMPO • Sond'Ar-te
Domingo 26 de Abril de 2026 - Igreja da Misericórdia
Justiça e Liberdade
Sond'Ar-te
Nuno Pinto clarinete, Vítor Vieira violino, Filipe Quaresma violoncelo, João Casimiro Almeida piano
Oliver Messiaen - Quarteto para o Fim do Tempo
I. “Liturgia de cristal”
II. “Vocalise, para o Anjo que anuncia o fim do Tempo”
III. “Abismo dos pássaros”
IV. “Interlúdio”
V. “Louvor à Eternidade de Jesus”
VI. “Dança do furor, para as sete trombetas”
VII. “Turbilhão de arco-íris, para o Anjo que anuncia o fim do Tempo”
VIII. “Louvor à Imortalidade de Jesus”
No concerto “Justiça e Liberdade”, o Quarteto para o Fim do Tempo de Olivier Messiaen - composto e estreado num campo de prisioneiros durante a Segunda Guerra Mundial - surge como um poderoso testemunho de resistência espiritual e liberdade interior. Interpretado pelo extraordinário Sond'Ar-te Electric Ensemble, este momento de escuta na Igreja da Misericórdia de Odemira encerra as celebrações do 25 de Abril com intensidade, memória e esperança.
A estreia realizou-se a 15 de janeiro de 1941, com o próprio Messiaen ao piano, acompanhado pelos seus companheiros de cativeiro Henri Akoka (clarinete), Jean Le Boulaire (violino) e Étienne Pasquier (violoncelo).
Escutar Zeca • Violoncelos de Zeca Afonso
Escutar Zeca • Violoncelos de Zeca Afonso
Concerto (entrada livre)
A edição-livro “Zeca Afonso – Estudos Musicais para dois Violoncelos” resulta de um trabalho desenvolvido entre 2023 e 2025 por Eva Aguilar, Lluïsa Paredes e Pedro do Carmo, inspirado por uma ideia do violoncelista Paulo Gaio Lima.
A publicação cruza a tradição do violoncelo com a obra de José Afonso, encarando-a como um laboratório de experimentação sobre o ato de interpretar, onde a reflexão surge no próprio encontro com a sua obra. Mais do que uma homenagem, esta edição propõe um instrumento pedagógico e performativo: cada canção é acompanhada por notas de performance, textos e recursos digitais que ampliam a escuta, valorizando dimensões expressivas frequentemente esquecidas quando a música popular é traduzida para o meio erudito.
Entre consciência histórica e prática contemporânea, esta edição aproxima o legado de José Afonso do contexto violoncelístico atual, incluindo nesse processo a herança pedagógica de Paulo Gaio Lima.
Violoncelos de Zeca Afonso
Eva Aguilar
Lluïsa Paredes
Jasmim Mandillo
Pedro do Carmo
Apoios:
República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desposto / Direção-Geral das Artes
Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril
Associação José Afonso
Biblioteca Nacional de Portugal
Antena 2
CICLO MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • Caixa Eléctrica • João Dias recital de percussão
CICLO MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • Caixa Eléctrica • João Dias recital de percussão
CAIXA ELÉCTRICA • JOÃO DIAS RECITAL DE PERCUSSÃO
“Caixa Eléctrica” é um projeto a solo do percussionista João Dias, dedicado primordialmente à difusão da música portuguesa e da música para percussão solo.
Neste contexto, a divulgação da criação para esta extensa família de instrumentos constitui também uma oportunidade para apresentar as diversas práticas, instrumentos e sonoridades que tornam a percussão uma área ímpar. Esta performance é uma reverberação de várias fases e formatos de colaboração artística do trabalho do intérprete.
PROGRAMA
- “Proyector I” (2009) – José Alberto Gomes (Vibrafone e Eletrónica)
-“+Con +Ritf +I” (2016) - Gustavo Costa & Henrique Fernandes (Laptop Acústico)
- “Fragile Ecosystems” (2019) - Carlos Guedes (Bombo e Eletrónica)
- "Wet Neoprene Dream – Igor C. Silva ,( a song for one percussion player and live-electronics)
- “Macondo” (1992) – John Paul Jones (Steel Drum e Eletrónica)
- “ICON I” (1992) - Miguel Azguime (para Dorna e escada madeira)
Percussionista, licenciado e mestre pela ESMAE, na classe de Miquel Bernat, Manuel Campos e Nuno Aroso. Iniciou em 2016 o Doutoramento em Artes Musicais – Prática Instrumental, na FCSH da UNL e ESML, com bolsa de doutoramento da FCT.
É membro do Drumming GP desde 2004, com o qual já estreou dezenas de obras de compositores de várias nacionalidades, gravou oito CDs monográficos dedicados à obra para percussão dos compositores registados, e participou em mais três não assinados pelo grupo. Integrou a European Union Youth Orquestra (2006-2009) onde trabalhou com o maestro e pianista Vladimir Ashkenazy, Rainer Seeguers (Berliner Philharmoniker) e Simon Carrington (London Philharmonic Orchestra).
Em 2016 cria Caixa Elétrica, projeto a solo dedicado à disseminação da música portuguesa para percussão, apresentado em 2018 no Darmstadt Summer Course. Em 2018 consegue apoio do Criatório com o projeto a solo: DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço.
Supernova Ensemble é o seu mais recente projeto, do qual é diretor artístico, juntamente com o compositor José Alberto Gomes, onde desempenha também o papel de intérprete. Supernova é um projeto que incuba no programa de artista em residência da Circular - Associação Cultural, e foi criado para ir ao encontro de uma comunidade internacional dedicada à música inovadora em contextos performativos, de Sound Art e New Media, com grande foco no trabalho de colaboração, e é composto por artistas de formações e orientações diversas. Tem vindo a desenvolver vários outros projetos e colaborações, de salientar o mais recente trabalho que desenvolveu enquanto artista residente do projeto COPRAXIS Ectopia no i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde), onde desenvolveu juntamente com o artista José Alberto Gomes um trabalho de exploração e criação entre arte e ciência, mais especificamente com o grupo Epithelial Polarity & Cell Division do investigador e group leader Eurico Morais de Sá, de onde resultou a obra/ instalação And it keeps going or the never-ending song of life.
É investigador do GIMC-CESEM, onde dedica particular interesse na mediação/ colaboração entre compositor e intérprete na criação de nova música. É membro do Sond'Ar-te Electric Ensemble e colabora com Sonoscopia, Remix Ensemble, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Coro Casa da Música, Orquestra Gulbenkian entre outros. É docente na Universidade de Aveiro e na Universidade do Minho.
LIGAÇÕES EXTERNAS
Drumming – Grupo de Percussão
DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço
Grupo de Investigação em Música Contemporânea (CESEM)
©João Dias
© Rui Pinheiro
João Dias
Percussionista, licenciado e mestre pela ESMAE, na classe de Miquel Bernat, Manuel Campos e Nuno Aroso. Iniciou em 2016 o Doutoramento em Artes Musicais – Prática Instrumental, na FCSH da UNL e ESML, com bolsa de doutoramento da FCT.
É membro do Drumming GP desde 2004, com o qual já estreou dezenas de obras de compositores de várias nacionalidades, gravou oito CDs monográficos dedicados à obra para percussão dos compositores registados, e participou em mais três não assinados pelo grupo. Integrou a European Union Youth Orquestra (2006-2009) onde trabalhou com o maestro e pianista Vladimir Ashkenazy, Rainer Seeguers (Berliner Philharmoniker) e Simon Carrington (London Philharmonic Orchestra).
Em 2016 cria Caixa Elétrica, projeto a solo dedicado à disseminação da música portuguesa para percussão, apresentado em 2018 no Darmstadt Summer Course. Em 2018 consegue apoio do Criatório com o projeto a solo: DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço.
Supernova Ensemble é o seu mais recente projeto, do qual é diretor artístico, juntamente com o compositor José Alberto Gomes, onde desempenha também o papel de intérprete. Supernova é um projeto que incuba no programa de artista em residência da Circular - Associação Cultural, e foi criado para ir ao encontro de uma comunidade internacional dedicada à música inovadora em contextos performativos, de Sound Art e New Media, com grande foco no trabalho de colaboração, e é composto por artistas de formações e orientações diversas. Tem vindo a desenvolver vários outros projetos e colaborações, de salientar o mais recente trabalho que desenvolveu enquanto artista residente do projeto COPRAXIS Ectopia no i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde), onde desenvolveu juntamente com o artista José Alberto Gomes um trabalho de exploração e criação entre arte e ciência, mais especificamente com o grupo Epithelial Polarity & Cell Division do investigador e group leader Eurico Morais de Sá, de onde resultou a obra/ instalação And it keeps going or the never-ending song of life.
É investigador do GIMC-CESEM, onde dedica particular interesse na mediação/ colaboração entre compositor e intérprete na criação de nova música. É membro do Sond'Ar-te Electric Ensemble e colabora com Sonoscopia, Remix Ensemble, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Coro Casa da Música, Orquestra Gulbenkian entre outros. É docente na Universidade de Aveiro e na Universidade do Minho.
LIGAÇÕES EXTERNAS
Drumming – Grupo de Percussão
DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço
Grupo de Investigação em Música Contemporânea (CESEM)
CICLO MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • Caixa Eléctrica • João Dias recital de percussão
CICLO MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • Caixa Eléctrica • João Dias recital de percussão
CAIXA ELÉCTRICA • JOÃO DIAS RECITAL DE PERCUSSÃO
“Caixa Eléctrica” é um projeto a solo do percussionista João Dias, dedicado primordialmente à difusão da música portuguesa e da música para percussão solo.
Neste contexto, a divulgação da criação para esta extensa família de instrumentos constitui também uma oportunidade para apresentar as diversas práticas, instrumentos e sonoridades que tornam a percussão uma área ímpar. Esta performance é uma reverberação de várias fases e formatos de colaboração artística do trabalho do intérprete.
PROGRAMA
- “Proyector I” (2009) – José Alberto Gomes (Vibrafone e Eletrónica)
-“+Con +Ritf +I” (2016) - Gustavo Costa & Henrique Fernandes (Laptop Acústico)
- “Fragile Ecosystems” (2019) - Carlos Guedes (Bombo e Eletrónica)
- "Wet Neoprene Dream – Igor C. Silva ,( a song for one percussion player and live-electronics)
- “Macondo” (1992) – John Paul Jones (Steel Drum e Eletrónica)
- “ICON I” (1992) - Miguel Azguime (para Dorna e escada madeira)
Percussionista, licenciado e mestre pela ESMAE, na classe de Miquel Bernat, Manuel Campos e Nuno Aroso. Iniciou em 2016 o Doutoramento em Artes Musicais – Prática Instrumental, na FCSH da UNL e ESML, com bolsa de doutoramento da FCT.
É membro do Drumming GP desde 2004, com o qual já estreou dezenas de obras de compositores de várias nacionalidades, gravou oito CDs monográficos dedicados à obra para percussão dos compositores registados, e participou em mais três não assinados pelo grupo. Integrou a European Union Youth Orquestra (2006-2009) onde trabalhou com o maestro e pianista Vladimir Ashkenazy, Rainer Seeguers (Berliner Philharmoniker) e Simon Carrington (London Philharmonic Orchestra).
Em 2016 cria Caixa Elétrica, projeto a solo dedicado à disseminação da música portuguesa para percussão, apresentado em 2018 no Darmstadt Summer Course. Em 2018 consegue apoio do Criatório com o projeto a solo: DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço.
Supernova Ensemble é o seu mais recente projeto, do qual é diretor artístico, juntamente com o compositor José Alberto Gomes, onde desempenha também o papel de intérprete. Supernova é um projeto que incuba no programa de artista em residência da Circular - Associação Cultural, e foi criado para ir ao encontro de uma comunidade internacional dedicada à música inovadora em contextos performativos, de Sound Art e New Media, com grande foco no trabalho de colaboração, e é composto por artistas de formações e orientações diversas. Tem vindo a desenvolver vários outros projetos e colaborações, de salientar o mais recente trabalho que desenvolveu enquanto artista residente do projeto COPRAXIS Ectopia no i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde), onde desenvolveu juntamente com o artista José Alberto Gomes um trabalho de exploração e criação entre arte e ciência, mais especificamente com o grupo Epithelial Polarity & Cell Division do investigador e group leader Eurico Morais de Sá, de onde resultou a obra/ instalação And it keeps going or the never-ending song of life.
É investigador do GIMC-CESEM, onde dedica particular interesse na mediação/ colaboração entre compositor e intérprete na criação de nova música. É membro do Sond'Ar-te Electric Ensemble e colabora com Sonoscopia, Remix Ensemble, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Coro Casa da Música, Orquestra Gulbenkian entre outros. É docente na Universidade de Aveiro e na Universidade do Minho.
LIGAÇÕES EXTERNAS
Drumming – Grupo de Percussão
DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço
Grupo de Investigação em Música Contemporânea (CESEM)
©João Dias
© Rui Pinheiro
João Dias
Percussionista, licenciado e mestre pela ESMAE, na classe de Miquel Bernat, Manuel Campos e Nuno Aroso. Iniciou em 2016 o Doutoramento em Artes Musicais – Prática Instrumental, na FCSH da UNL e ESML, com bolsa de doutoramento da FCT.
É membro do Drumming GP desde 2004, com o qual já estreou dezenas de obras de compositores de várias nacionalidades, gravou oito CDs monográficos dedicados à obra para percussão dos compositores registados, e participou em mais três não assinados pelo grupo. Integrou a European Union Youth Orquestra (2006-2009) onde trabalhou com o maestro e pianista Vladimir Ashkenazy, Rainer Seeguers (Berliner Philharmoniker) e Simon Carrington (London Philharmonic Orchestra).
Em 2016 cria Caixa Elétrica, projeto a solo dedicado à disseminação da música portuguesa para percussão, apresentado em 2018 no Darmstadt Summer Course. Em 2018 consegue apoio do Criatório com o projeto a solo: DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço.
Supernova Ensemble é o seu mais recente projeto, do qual é diretor artístico, juntamente com o compositor José Alberto Gomes, onde desempenha também o papel de intérprete. Supernova é um projeto que incuba no programa de artista em residência da Circular - Associação Cultural, e foi criado para ir ao encontro de uma comunidade internacional dedicada à música inovadora em contextos performativos, de Sound Art e New Media, com grande foco no trabalho de colaboração, e é composto por artistas de formações e orientações diversas. Tem vindo a desenvolver vários outros projetos e colaborações, de salientar o mais recente trabalho que desenvolveu enquanto artista residente do projeto COPRAXIS Ectopia no i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde), onde desenvolveu juntamente com o artista José Alberto Gomes um trabalho de exploração e criação entre arte e ciência, mais especificamente com o grupo Epithelial Polarity & Cell Division do investigador e group leader Eurico Morais de Sá, de onde resultou a obra/ instalação And it keeps going or the never-ending song of life.
É investigador do GIMC-CESEM, onde dedica particular interesse na mediação/ colaboração entre compositor e intérprete na criação de nova música. É membro do Sond'Ar-te Electric Ensemble e colabora com Sonoscopia, Remix Ensemble, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Coro Casa da Música, Orquestra Gulbenkian entre outros. É docente na Universidade de Aveiro e na Universidade do Minho.
LIGAÇÕES EXTERNAS
Drumming – Grupo de Percussão
DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço
Grupo de Investigação em Música Contemporânea (CESEM)
Ciclo Música Através do Tempo •José Pedro Ribeiro recital de piano
"CICLO “MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO •José Pedro Ribeiro recital de piano
PROGRAMA
Johann Sebastian Bach Concerto Italiano, BWV 971
Franz Joseph Haydn Andante e Variazioni em fá menor, Hob. XVII:6
Frédéric Chopin Prelúdio em dó sustenido menor, Op.45
Fernando Lopes-Graça Prelúdio, Canção e Dança
Cândido Lima PARÁFRASE-sobre Lettera Amorosa de Claudio Monteverdi
Hugo Ribeiro Étude nº1
Hugo Ribeiro Quero Ensinar-te o Mundo
José Pedro Ribeiro (n.1995) é um dos pianistas Portugueses mais ativos da sua geração.
Dos mais destacados compromissos das últimas temporadas, salientam-se os concertos com a Orquestra Metropolitana de Lisboa (Concerto para Piano de A. Schoenberg - Pedro Neves), Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras (2º Concerto de Bomtempo - J. M. Rodilla), Orquestra Sinfónica da ESML (2º Concerto de Lopes-Graça - José Eduardo Gomes), recital com o Clarinete solo da Orquestra Sinfónica Portuguesa, Joaquim Ribeiro, em transmissão direta para a Antena 2 e recital a solo na Embaixada de Portugal junto da Santa Sé, por ocasião do 10 de Junho.
É também de salientar um concerto difundido pela Antena 2, a partir do Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, interpretando o Concerto para Piano e Instrumentos de Sopro de Igor Stravinsky, com o Maestro Alberto Roque na Direção do Ensemble de Sopros da AFCL; uma tournée pela República Checa onde tocou em Brno, Blansko e Praga, tendo sido calorosamente recebido; e uma performance do Triplo Concerto de Beethoven com o Trio Adamastor (Francisco Henriques no Violino e Pedro Massarrão no Violoncelo) e a Sinfonietta de Lisboa, sob a batuta de Vasco Azevedo, para uma audiência de mais de 50.000 pessoas. Para além do número excecional de espectadores, também a crítica recebeu calorosamente a interpretação, evidenciando a “Qualidade” e dizendo que “satisfizeram todas as espectativas”.
A sua gravação da 3a Sonata de Fernando Lopes-Graça (em recital ao vivo para a Antena 2) tem sido muitíssimo aclamada em Portugal, no Estrangeiro e por muitos artistas respeitados, tais como Friedrich Edelmann, antigo Fagotista principal da Orquestra Filarmónica de Munique “Belíssimo pianismo com um enorme âmbito dinâmico (..) nunca agressivo”.
Depois de ter sido Laureado no Prémio Jovens Músicos em Piano (2019) e em Música de Câmara (2017 - Trio Adamastor), José Ribeiro tem-se apresentado nas mais importantes salas e festivais do país. De referir, entre outros: Fundação Calouste Gulbenkian, Casa da Música, Assembleia da República, Academia das Ciências de Lisboa, Museu do Oriente, Centro Cultural de Cascais, o Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, Festival Música Viva e o Festival do Estoril.
Natural de Vizela, estudou na sua cidade natal com José Manuel Ramos Ferreira, Filipe Pinto e Rogério Rodrigues. Mais tarde, de 2012 a 2015, estudou em Guimarães com Ingrid Sotolářová. Posteriormente, e até 2019, José Pedro Ribeiro, foi aluno da Escola Superior de Música de Lisboa na classe do pianista Miguel Henriques, um discípulo de Gleb Axelrod, do Conservatório de Moscovo.
Presentemente, é aconselhado por Artur Pizarro, herdeiro de uma linhagem musical verdadeiramente excecional que ascende a Liszt e Bülow.
Contos Contados Com Som • Agrupamento de Escolas de Colos
Programa Pré-primária
Duração do programa ± 35’
A Velha e o Ladrão
música de Sérgio Pelágio | história de António Torrado
Nuno e os Monstros
música de Isabel Soveral | história de Ágata Mandillo
Plop!
música de Isabel Pires | história tradicional Tibetana
O Pastorinho e a Flauta
música de Carlos Guedes | conto tradicional da região demarcada do Douro, recriado por Alexandre Parafita
PROGRAMAS 1º CICLO
Duração do programa ± 45’
A Velha e o Ladrão
música de Sérgio Pelágio | história de António Torrado
Uma Mesa é uma Mesa. Será?
música de José Luís Ferreira | história de Isabel Martins
O pássaro da cabeça
música: Joana Sá | poema de Manuel António Pina
Nuno e os Monstros
música de Isabel Soveral | história de Ágata Mandillo
PROGRAMA 2º CICLO
Duração do programa ± 45’
O pássaro da cabeça
música: Joana Sá | poema de Manuel António Pina
A Velha e o Ladrão
música de Sérgio Pelágio | história de António Torrado
Uma Mesa é uma Mesa. Será?
música de José Luís Ferreira | história de Isabel Martins
A Música do Silêncio Mágico
música de António Ferreira | história de Ágata Mandillo
com base em “O Rei Vai Nú” de Hans Christian Andersen
PROGRAMA 3º CICLO
Duração do programa ± 50’
Platero e Eu
música: Luís Martins|
extraído do poema de Juan Ramón Jimenez
O pássaro da cabeça
música: Joana Sá | poema de Manuel António Pina
O Rouxinol do Imperador
música: Miguel Azguime | história de Hans Christian Andersen
Orfeu
música: Eduardo Raon texto de Regina Guimarães
A Música do Silêncio Mágico
música de António Ferreira | história de Ágata Mandillo
com base em “O Rei Vai Nú” de Hans Christian Andersen
Ficha técnica e artística
Paula Azguime: concepção, difusão sonora
Miguel Azguime: direcção artística
Ágata Mandillo: adaptação das histórias
Jade Mandillo, Ana Baptista, Miguel Azguime: narradora/or
Miso Studio: técnica e informática musical Um projeto da Miso Music Portugal
RECITAL DE CANTO E PIANO
Concertos de Natal do Município de Odemira - Miso Music Portugal 2025 - SANTA CLARA-A-VELHA/SABÓIA
CORO INFANTIL DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
Concertos de Natal do Município de Odemira - Miso Music Portugal 2025 - SANTA CLARA-A-VELHA/SABÓIA
Clarinetes Ad Libitum
Concertos de Natal do Município de Odemira - Miso Music Portugal 2025 - SANTA CLARA-A-VELHA/SABÓIA
ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA
Concertos de Natal do Município de Odemira - Miso Music Portugal 2025 - SANTA CLARA-A-VELHA/SABÓIA
DUPLO LANÇAMENTO COMEMORATIVO 40 ANOS DA MISO MUSIC PORTUGAL
Sala Bernardo Sassetti
Entrada livre sujeita à lotação da sala. Bilhetes disponíveis no próprio dia na bilheteira do Teatro a partir de uma hora antes do evento (até 2 por pessoa).
DUPLO LANÇAMENTO COMEMORATIVO DOS 40 ANOS DA MISO MUSIC PORTUGAL:
o livro “Sentem Sem Som Cem Sons Sempre” e a compilação discográfica “Obras Incompletas” com música de Miguel Azguime
• Abertura por Miguel Azguime.
• Árias da ópera “A Laugh to Cry”, na interpretação de Camila Mandillo (soprano) e João Casimiro Almeida (piano).
• “Constelações”, na interpretação de Clara Saleiro (flauta) e Pedro Carneiro (marimba).
• Conversa com Teresa Albuquerque, Rui Vieira Nery, Paula Azguime e Miguel Azguime, moderada por Pedro Boléo.
MISO MUSIC PORTUGAL — 40 ANOS DE PIONEIRISMO NA MÚSICA CONTEMPORÂNEA EM PORTUGAL
Fundada em 1985 pelos compositores Miguel Azguime e Paula Azguime, a Miso Music Portugal celebra em 2025 quatro décadas de atividade ininterrupta dedicadas à criação, promoção e difusão da música contemporânea.
Tem sido um pilar essencial na construção do panorama musical português, promovendo a inovação artística, a criação nacional e a articulação com o meio internacional.
Ao longo dos anos, impulsionou e produziu mais de 220 encomendas de obras a compositores e compositoras, nacionais e estrangeiros, incluindo óperas, residências artísticas, formações, concertos e o Festival Música Viva, que assinalou em 2025 a sua 31.ª edição, no âmbito do qual realizou pela primeira vez em Portugal o ISCM World New Music Days.
A Miso Music criou ainda o Miso Studio, um dos primeiros estúdios dedicados à música electrónica em Portugal, que continua a ser um centro de referência na produção sonora e na investigação em tecnologias informático-musicais.
Esta efeméride assinala-se com um duplo lançamento: do livro comemorativo entitulado Sentem Sem Som Cem Sons Sempre, que revisita o percurso da Miso; da compilação discográfica, Obras Incompletas, de Miguel Azguime, uma edição da Miso Records.
O evento inclui uma conversa com Teresa Albuquerque, Rui Vieira Nery, Paula Azguime e Miguel Azguime moderada por Pedro Boléo, bem como um momento musical com Camila Mandillo (soprano), João Casimiro Almeida (piano), Clara Saleiro (flauta) e Pedro Carneiro (marimba) que interpretarão peças emblemáticas do Miso Ensemble.
Sentem Sem Som Cem Sons Sempre é um livro que reúne textos e testemunhos de diversas áreas e pessoas, incluindo os próprios Paula e Miguel Azguime, traçando a história e o impacto da Miso Music desde 1985. Mais do que um projeto comemorativo, é uma iniciativa inspiradora que liga o passado, o presente e o futuro da criação musical contemporânea.
Por seu lado, a compilação discográfica, Obras Incompletas, é uma edição em seis volumes da Miso Records, reunindo gravações de obras de Miguel Azguime, compostas entre 2001 e 2024, para formações diversas: solistas, música de câmara, voz e orquestra. A edição conta com a participação de maestros, agrupamentos e intérpretes de grande relevo nacional e internacional.
Assembleia Geral da Confederação Internacional de Música Electroacústica
A Assembleia Geral da Confederação Internacional de Música Electroacústica (CIME-ICEM) em Hangzhou China irá decorrer nos dias 26 e 27 de Setembro de 2025 em Hangzhou (China), no âmbito do festival Musicacoustica.
A Federação Portuguesa da CIME-ICEM participará nos concertos da Assembleia com duas obras: Escape Mechanism de António Ferreira e Circumsphere: to Bounce and Rebounce de João Castro Pinto. As obras serão apresentadas no dia 28 de Setembro, no Standard Concert Hall do Conservatório Zhejiang, na cidade de Hangzhou.
Mais informações: LINK.
Coro Juvenil da Universidade de Lisboa
CIUL Coro Juvenil da Universidade de Lisboa
Erica Mandillo direcção
João Lucena e Vale piano
18h30 Igreja Paroquial de São Luís
- Quatre Prières de Saint François d‘ Assise. F. Poulenc
. Salut Dame Sainte
. Tout Puissant
. Seigneur je vous en prie
. Ô mes très chers frères
- Canção. J. Camacho
Ai Por cima se ceifa o pão. F. Lopes Graça
O Milho da nossa terra F. Lopes Graça
Venham mais cinco. Arr. Eurico Carrapatoso ( Zeca Afonso)
Olhˋ ó Rojão. F. Lopes Graça
O Ladrão do Negro Melro. F. Lopes Graça
- La Passeggiata. G Rossini
- Alles hat Zeine Zeit. J. Haydn
- Madrigal. G. Fauré
- Cantique de Jean Racine. G. Fauré
- La mer. C. Trenet Arr. Anais de la Morandais
- Tha Thin Tha. Lisa Young
- Prende La vela. A. Carbonell
- Sililiza. J. Papoulis
O concerto do Coro Juvenil da Universidade de Lisboa começa na Igreja Paroquial de São Luís seguido de um animado flash mob prossegue até ao Largo do Mercado, onde terá lugar a terceira parte do concerto.
Coro Juvenil da Universidade de Lisboa • Aldeias à Vista
CIUL Coro Juvenil da Universidade de Lisboa
Erica Mandillo direcção
João Lucena e Vale. piano
Concerto integrado no Festival Aldeias à Vista em Sabóia parceria com a associação Guardiões do Mira
-La Passeggiattta. G. Rossini
-Alles Hat Zeine Zeit. J. Haydn
- Ai ó Ai meu Meu. F. Lopes Graça
- Madrigal. G. Fauré
- Cantique de Jean Racine. G. Fauré
- Sleep. E. Witacre
-Primitive Music. Jukka Linkola
. The Sunrise
. The Work Song
. Candel Song
.The Ritual Dance
. TheJoiku
- Tha Thin Tha. Lisa Young
- O Coletinho. F. Lopes Graça
- Balada de Outono. Arr. Firmino Morais -Zeca Afonso
- Prende La vela. A. Carbonell
- Sililiza. J. Papoulis
openSPEECH Trio
QUINTAL DA MÚSICA
openSPEECH Trio
CARLOS BEXEGAS flauta
ULRICH MITZLAFF violoncelo
RUI FAUSTINO bateria
openSPEECH::::::: estima uma viagem planeada, confirmando o itinerário familiar! Neste trio, de instrumentistas/compositores multifacetados, a espontaneidade opta por atalhos, não enjeitando a derrapagem controlada, para surpreender e ser surpreendido. No discorrer da improvisação aberta, explorar ressaltos inusitados é mote, para seguir caminho indeterminado, ao encontro de múltiplas possibilidades sonoras, do jazz á música contemporânea erudita.
MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • RECITAIS DE ACORDEÃO • PAULO JORGE FERREIRA
MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • RECITAIS DE ACORDEÃO
Do Barroco ao Contemporâneo”
PAULO JORGE FERREIRA acordeão solo
PROGRAMA
J.S.Bach Ária da Suite Orquestral nº 3 BWV 1068
Domenico Scarlatti Sonata Dó maior K 49
Astor Piazzolola Otõno Porteno (arranjo: Paulo Jorge Ferreira)
Improviso
Domenico Scarlatti Sonata Sol menor K 3
Paulo Jorge Ferreira Soluços
Astor Piazzolla Libertango (arranjo: Paulo Jorge Ferreira)
BIO
Paulo Jorge Ferreira nasceu em Lisboa. Ao longo da sua formação, frequentou cursos dirigidos por alguns dos mais prestigiados acordeonistas contemporâneos. Finalizou os seus estudos na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, onde posteriormente lhe foi atribuído, perante prova pública, o título de especialista em Acordeão/Performance.
Tem realizado recitais a solo e concertos de música de câmara, tanto a nível nacional como internacional, nomeadamente em França, México, Bélgica, Áustria, Itália, Macau, Espanha, Hungria, Holanda, Alemanha e Polónia, tocando com músicos portugueses e estrangeiros de enorme prestígio. Durante o seu percurso atuou em algumas das mais importantes salas de concerto da Europa, como Musik Werein, Muziekgebouw, De Single, Odéon Theatre de L’Europe, Teátrum House of Future, Berliner Philarmoniker, entre outras. Participou como instrumentista, em diversas estreias de obras para acordeão solo, música de câmara, ensemble e orquestra. Trabalha assiduamente com compositores portugueses, fomentando a criação de novo repertório português para acordeão.
Apresentou-se como músico convidado de orquestras sinfónicas e de câmara, tais como, Orquestra de Pequim, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Utópica, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Remix Ensemble, Ensemble Darcos e a solo com Esart Ensemble, Remix Ensemble, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra de Câmara de Colónia, Orquestra Sinfónica do Conservatório Nacional, Sinfonietta de Ponta Delgada e Banda Sinfónica Portuguesa, trabalhando com maestros de reconhecida qualidade internacional, como Stefan Asbury, Jürjen Hempel, Lawrence Foster, Peter Rundel, Martin André, Emílio Pomàrico, Carl St. Clair, Peter Eötvös. Colabora regularmente com Remix Ensemble, Ensemble Darcos, Orquestra Gulbenkian e Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.
No domínio da música de câmara, constitui com Pedro Santos um duo de acordeões (Duo Damian), com Carlos Alves um duo de acordeão e clarinete (Artclac), com Catherine Strynckx um duo de acordeão e violoncelo (Stretto Duo), com Ana Ester Neves (soprano) um duo de acordeão e canto, e um quinteto com quarteto de cordas.
Ao longo da sua carreira musical tem participado em inúmeras gravações discográficas, em programas radiofónicos e televisivos. Gravou dois cd’s a solo, “Percursos” editado pela etiqueta “Numérica”, “Contemporary Works for Accordion” incluído no catálogo da CalandaMusic e o disco “Escape” (Stretto Duo) em música de câmara, publicado pela Artway Records.
Paralelamente, a sua atividade como compositor tem-se desenvolvido significativamente, escrevendo obras para instrumentos solo, música de câmara e orquestra. Devido ao crescente interesse pela sua forma de compor, tem recebido encomendas de alguns dos mais conceituados solistas, grupos de câmara e festivais de música portugueses, e algumas das suas peças têm sido executadas igualmente no estrangeiro. Foram editados discos com algumas das suas obras e a edição impressa da sua música está a ser realizada pela editora AVA Musical Editions.
Atualmente é professor de acordeão e música de câmara na Escola Superior de Artes Aplicadas em Castelo Branco e na Escola de Música do Conservatório Nacional. Alguns dos seus alunos e grupos de música de câmara têm obtido primeiros prémios em concursos nacionais e internacionais de acordeão e de música de câmara. Paulo Jorge Ferreira é convidado com regularidade como membro de júri em concursos internacionais de acordeão. Co-autor do livro “Modern Accordion Perspectives” que contém artigos e entrevistas sobre o acordeão clássico, segundo a crítica, por alguns dos mais reconhecidos acordeonistas da atualidade. É diretor artístico do Festival e Concurso de acordeão Folefest e presidente da Associação Folefest. Tem sido unanimemente considerado um músico preponderante no desenvolvimento artístico do acordeão em Portugal
MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • RECITAIS DE ACORDEÃO • PAULO JORGE FERREIRA
MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • RECITAIS DE ACORDEÃO
“Do Barroco ao Contemporâneo”
PAULO JORGE FERREIRA acordeão solo
PROGRAMA
J.S.Bach Ária da Suite Orquestral nº 3
Paulo Jorge Ferreira Improviso
Domenico Scarlatti Sonata Dó maior
Astor Piazzolola Otõno Porteno (arranjo: Paulo Jorge Ferreira)
Paulo Jorge Ferreira Soluços
Astor Piazzolla Libertango (arranjo: Paulo Jorge Ferreira)
BIO
Paulo Jorge Ferreira nasceu em Lisboa. Ao longo da sua formação, frequentou cursos dirigidos por alguns dos mais prestigiados acordeonistas contemporâneos. Finalizou os seus estudos na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, onde posteriormente lhe foi atribuído, perante prova pública, o título de especialista em Acordeão/Performance.
Tem realizado recitais a solo e concertos de música de câmara, tanto a nível nacional como internacional, nomeadamente em França, México, Bélgica, Áustria, Itália, Macau, Espanha, Hungria, Holanda, Alemanha e Polónia, tocando com músicos portugueses e estrangeiros de enorme prestígio. Durante o seu percurso atuou em algumas das mais importantes salas de concerto da Europa, como Musik Werein, Muziekgebouw, De Single, Odéon Theatre de L’Europe, Teátrum House of Future, Berliner Philarmoniker, entre outras. Participou como instrumentista, em diversas estreias de obras para acordeão solo, música de câmara, ensemble e orquestra. Trabalha assiduamente com compositores portugueses, fomentando a criação de novo repertório português para acordeão.
Apresentou-se como músico convidado de orquestras sinfónicas e de câmara, tais como, Orquestra de Pequim, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Utópica, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Remix Ensemble, Ensemble Darcos e a solo com Esart Ensemble, Remix Ensemble, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra de Câmara de Colónia, Orquestra Sinfónica do Conservatório Nacional, Sinfonietta de Ponta Delgada e Banda Sinfónica Portuguesa, trabalhando com maestros de reconhecida qualidade internacional, como Stefan Asbury, Jürjen Hempel, Lawrence Foster, Peter Rundel, Martin André, Emílio Pomàrico, Carl St. Clair, Peter Eötvös. Colabora regularmente com Remix Ensemble, Ensemble Darcos, Orquestra Gulbenkian e Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.
No domínio da música de câmara, constitui com Pedro Santos um duo de acordeões (Duo Damian), com Carlos Alves um duo de acordeão e clarinete (Artclac), com Catherine Strynckx um duo de acordeão e violoncelo (Stretto Duo), com Ana Ester Neves (soprano) um duo de acordeão e canto, e um quinteto com quarteto de cordas.
Ao longo da sua carreira musical tem participado em inúmeras gravações discográficas, em programas radiofónicos e televisivos. Gravou dois cd’s a solo, “Percursos” editado pela etiqueta “Numérica”, “Contemporary Works for Accordion” incluído no catálogo da CalandaMusic e o disco “Escape” (Stretto Duo) em música de câmara, publicado pela Artway Records.
Paralelamente, a sua atividade como compositor tem-se desenvolvido significativamente, escrevendo obras para instrumentos solo, música de câmara e orquestra. Devido ao crescente interesse pela sua forma de compor, tem recebido encomendas de alguns dos mais conceituados solistas, grupos de câmara e festivais de música portugueses, e algumas das suas peças têm sido executadas igualmente no estrangeiro. Foram editados discos com algumas das suas obras e a edição impressa da sua música está a ser realizada pela editora AVA Musical Editions.
Atualmente é professor de acordeão e música de câmara na Escola Superior de Artes Aplicadas em Castelo Branco e na Escola de Música do Conservatório Nacional. Alguns dos seus alunos e grupos de música de câmara têm obtido primeiros prémios em concursos nacionais e internacionais de acordeão e de música de câmara. Paulo Jorge Ferreira é convidado com regularidade como membro de júri em concursos internacionais de acordeão. Co-autor do livro “Modern Accordion Perspectives” que contém artigos e entrevistas sobre o acordeão clássico, segundo a crítica, por alguns dos mais reconhecidos acordeonistas da atualidade. É diretor artístico do Festival e Concurso de acordeão Folefest e presidente da Associação Folefest. Tem sido unanimemente considerado um músico preponderante no desenvolvimento artístico do acordeão em Portugal
CONCERTO DE REIS • Duo Komorebi • Camila Mandillo e João Casimiro Almeida
CONCERTO DE REIS
DUO Komorebi
CAMILA MANDILLO
JOÃO CASIMIRO ALMEIDA
PROGRAMA
A regata Veneziana (La regata veneziana) - Gioacchino Rossini
· I Anzoleta antes da regata (Anzoleta avanti la regata)
· II Anzoleta enquanto passa a regata (Anzoleta co passa la regata)
· III Anzoleta depois da regata (Anzoleta dopo la regata)
Sete canções populares espanholas (Siete canciones populares Españolas) - Manuel de Falla
El paño moruno - O pano mourisco
Seguidilla murciana - Seguidilha murciana
Asturiana - Asturiana
Jota - Jota
Nana - Canção de embalar
Canción - Canção
Polo - Polo
Do eterno amor (Von ewiger Liebe) - Johannes Brahms
Gretchen na Roda de Fiar (Gretchen am Spinnrade) - Franz Schubert
Litânia para a Festa de Todos os Fiéis Defuntos (Litanei auf das Fest Allerseelen) - Franz Schubert
A honra me foi concedida (Der Rosenkavalier) - Richard Strauss
Aproveitemos bem da juventude (Profitons bien de la jeunesse) - Jules Massenet
uma produção da Miso Music Portugal
estrutura financiada pela
Direcção Geral das Artes / Ministério da Cultura
CAMILA MANDILLO soprano
A soprano portuguesa Camila Mandillo é diplomada pela Hochschule für Musik Hanns Eisler Berlin, onde terminou o mestrado com distinção (nota máxima), com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Recebeu também bolsas de mérito tais como:‘Deutshland Stipendium’; ‘Yehudi Menhin Live Music Now Berlin’ e.V; ‘Vladimir Piontkovsky Memorial Scholarship’; ‘Bernbeck Stiftung’; ‘Freunde Junger Musiker e. V Berlin’; ‘DMR Stipendienprogramms 2022 im Rahmen von Neustart Kultur’.
Apresenta-se regularmente em recitais de música de câmara e Lied, masterclasses, produções de ópera e música contemporânea - campo no qual tem vindo a obter particular notoriedade.
No domínio da música contemporânea, salienta-se a participação solística no workshop ENOA “Composing for Voices and Orchestra com Kaija Saariaho” com a Orquestra Gulbenkian, o Debut num dos papéis principais na estreia absoluta de “Neuen Szenen IV” na Deutsche Oper Berlin, a participação como solista no Sond’Ar-te Electric Ensemble e ainda o papel de soprano lírico na ópera “ALaugh to Cry” de Miguel.
No ramo da ópera destacam-se, entre outros, os seguintes papéis: Donna Anna e Zerlina em “Don Giovanni” de Mozart; Susanna em “Le Nozze di Figaro” de Mozart; Pamina em “Die Zauberflöte” de Mozart; Giulia em “La Scala di Seta” de Rossini; Morgana em “Alcina” de Händel.
JOÃO CASIMIRO ALMEIDA piano
João Casimiro Almeida é um dos mais conceituados pianistas portugueses da sua geração, com uma vasta e reconhecida experiência musical.
Tem um repertório extenso e versátil, tocando frequentemente tanto a solo como em música de câmara, da música barroca à contemporânea. João apresenta-se com frequência nas mais conceituadas salas de concerto do país, como a Casa da Música, o Centro Cultural de Belém e a Fundação Calouste Gulbenkian, e também mantendo uma agenda internacional em países como Espanha, França, Áustria, Polónia, Noruega ou Coreia do Sul.
João recebeu mais de uma dezena de prémios nacionais e internacionais, incluindo o 1º prémio no Concurso Internacional Cidade do Fundão, nos Prémios David Russell em Vigo e no Concurso Internacional Paços Premium. Foi também semi finalista no VIII Concurso Internacional Rosario Marciano, em Viena.
A sua agenda recente inclui concertos com o Ensemble Orchestral Contemporain de Lyon, Ensemble Darcos, recitais a solo com Sonatas de Beethoven no Porto, em Aveiro e em Lisboa, bem como música de câmara contemporânea com o Sond’Ar-te Electric Ensemble, o Remix Ensemble, e o Ensemble Ars ad Hoc.
Atualmente leciona na Escola Profissional de Música de Espinho.
Diz-Concerto • Concerto de Natal pelo Sond'Ar-te Electric Ensemble ·
Toc, Toc, Toc - música de João Madureira
Sonho - música de Daniel Martinho
O Gato de Botas - música de Miguel Azguime
Ao desconcerto do mundo - música de Ângela da Ponte
Fala do velho do Restelo ao astronauta - música de Sofia Sousa Rocha
Quando Eu Nasci - música de Pedro Rebelo
Pedro Neves direcção
Miguel Azguime recitante
Jade Mandillo recitante
Sílvia Cancela flauta
Nuno Pinto clarinete
Vítor Vieira violino
Luís André Ferreira violoncelo
Elsa Silva piano
Miso Studio técnica
MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • SOND'AR-TE DUO FLAUTA E VIOLONCELO COM SÍLVIA CANCELA E LUÍS ANDRÉ FERREIRA
MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • Sond'Ar-te Duo flauta e violoncelo
SÍLVIA CANCELA flauta
LUÍS ANDRÉ FERREIRA violoncelo
Programa:
Franz Danzi Duos para flauta e violoncelo Op. 64
Kaija Saariaho Mirrors
Claude Debussy Syrinx
Johann Sebastian Bach Sarabandas 1ª e 2ª Suites
Miguel Azguime 4 Encantamentos
Heitor Villa-Lobos Assobio a Jato
Concerto comentado por Miguel Azguime
Produção Miso Music Portugal www.misomusic.me/odemira
MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • SOND'AR-TE DUO FLAUTA E VIOLONCELO COM SÍLVIA CANCELA E LUÍS ANDRÉ FERREIRA
MÚSICA ATRAVÉS DO TEMPO • Sond'Ar-te Duo flauta e violoncelo
SÍLVIA CANCELA flauta
LUÍS ANDRÉ FERREIRA violoncelo
Programa:
Franz Danzi Duos para flauta e violoncelo Op. 64
Kaija Saariaho Mirrors
Claude Debussy Syrinx
Johann Sebastian Bach Sarabandas 1ª e 2ª Suites
Miguel Azguime 4 Encantamentos
Heitor Villa-Lobos Assobio a Jato
Concerto comentado por Miguel Azguime
Produção Miso Music Portugal www.misomusic.me/odemira
Teatro-música · “Itinerário do Sal”
A ópera multimédia Itinerário do Sal de Miguel Azguime combina música, poesia, vídeo e eletrónica numa narrativa cativante sobre a travessia interior do autor. Cria, numa abordagem inovadora que mistura artes visuais e sonoras, uma experiência imersiva indelével.
CONVERSA COM O PÚBLICO a seguir ao espetáculo
Itinerário do Sal
de Paula e Miguel Azguime
Miso Ensemble
ópera Multimédia
Miguel Azguime – composição, textos e performance
Paula Azguime – criação vídeo, desenho de som, electrónica em tempo real
Andre Bartetzki – desenvolvimento tecnológico
CHOREOS - Coro Infantil da Universidade de Lisboa - SETEMBRO IMERSÂO CULTURAL ODEMIRA
CHOREOS
Concerto em Percurso Musical
CIUL - Coro Infantil da Universidade de Lisboa
Direção: Erica Mandillo | Piano: João Lucena e Vale
(* Violino: Tiago Varela, ** Percussão: Lucas Robert)
O Coro Infanto-juvenil da Universidade de Lisboa é um dos mais prestigiados coros infantis a nível Internacional. Aliando ao canto o movimento corporal e a expressão teatral, surpreende e interpela o expectador. Interpretando peças clássicas, modernas, tradicionais, etc, integradas e ligadas numa sequência musical adaptada a cada espaço e público, o CIUL faz de cada concerto uma experiência única!
PROGRAMA
Praçeta no topo da Rua Sarmento Beires…
Mbiri Kuna (Shona Gloria) ** Lee Kesselman
A Round of 3 Country dances in one Thomas Ravenscroft
Meu Amor me deu um lenço Trad Serpa (Arr. Joël Canhão)
Two Native American Songs ** Arr. Barbara Sletto
… descendo a Rua Sarmento Beires …
Two Native American Songs (continuação) ** Arr. Barbara Sletto
Puestos están frente a frente ** Anónimo (Séc. XVI)
O ladrão do negro melro Fernando Lopes Graça
O Rojão ** Trad. Brasileiro (Arr. H. Villa-Lobos)
… frente ao Castelo
O cirandeiro Trad. Brasileiro (Arr. Brad Green)
O cravo e a rosa Trad. Brasileiro (Arr. H. Villa-Lobos)
Era uma vez João Lucena e Vale
In every little sea Shell W. Lutoslawski
Mariposa del aire (letra F. Garcia Lorca) Modesta Bor
Balada de Outono José Afonso (Arr. José Firmino)
Os Homens que vão para a Guerra Fernando Lopes Graça
Angue ** Trad. Panamá (Arr. Jorge Ledezma)
Cantemos o Novo dia Fernando Lopes-Graça
Marenostrum *,** Trad. (Arr. Josu Elberdin)
Syris Rhodou (Grécia)
Jana erdhi (Albania)
A ya zain (Egipto)
Sambalelê ** Trad. Brasileiro (Arr. Eduardo Lakschewitz)
Clap yo’r hands George Gershwin
Kui (com o público…) ** Trad. Zulu (Arr. Anónimo)
